quinta-feira, 21 de março de 2013

Agressão a ASP em Iperó foi notícia na imprensa


Só precisamos reclamar no jornal Cruzeiro do Sul que não somos carcereiros e sim agentes penitenciários.


 Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=461432
Carcereiro sofre agressão de preso dentro de penitenciária
Agressão foi no acesso ao pátio da penitenciária - Por: Arquivo JCS/Erick Pinheiro


Leandro Nogueira
leandro.nogueira@jcruzeiro.com.br

Um carcereiro da Penitenciária de Iperó foi agredido com chutes e socos pelo sentenciado Clodoaldo de Almeida Nunes, na manhã da segunda-feira. O ataque ocorreu quando o agente penitenciário abria a porta da cela a fim de liberar o sentenciado para o banho de sol no pátio. "Um dos agentes de segurança penitenciária que exercia a função foi covardemente agredido com diversos socos no rosto", divulgou a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Estado de São Paulo. Conforme boletim de ocorrência lavrado na Delegacia de Iperó, o agente foi socorrido com hematomas no Pronto-Atendimento de Iperó e na sequência levado para fazer exame de corpo de delito. Deixou de responder se o número de agentes penitenciários é suficiente para a unidade e se há superlotação.

De acordo com a SAP, o agente conseguiu se defender e sair do pavilhão, já que os demais sentenciados não participaram das agressões ao funcionário. A versão do Governo do Estado é que após o fato, alguns detentos do referido pavilhão alegaram que o problema ocorrido foi devido à disciplina no pavilhão ser rigorosa. Lembrando que as unidades operam dentro das normas de segurança e disciplina. "Contudo, devemos destacar que a política da Secretaria da Administração Penitenciária é de tolerância zero com relação aos atos de insubordinação de presos, agressão e desrespeito aos servidores do sistema. "Divulga que solicitará à Justiça a internação do preso no regime disciplinar diferenciado, que reduz o direito de receber visitas e entre outras restrições, com proposta de permanência por um período de 360 dias.

A SAP através da Escola da Administração Penitenciária (EAP), informou que dispõe de treinamentos constantes aos seus funcionários, para que esses saibam lidar e controlar situações que possam colocar em risco a integridade física e moral dos agentes e presos em questão. Além disso são realizadas também revistas gerais periódicas dentro dos presídios, realizadas pelos Agentes de Segurança Penitenciária, com o apoio do Grupo de Intervenção Rápida, que vem completar esse esforço no controle não só de entrada de objetos ilícitos nas unidades como para a manutenção da ordem e bom funcionamento de todos os setores da unidade.

Afirmou que em episódios de insubordinação, como o ocorrido na manhã da segunda-feira, a SAP, através de suas Coordenadorias Regionais de Unidades Prisionais adotam todas as providências e procedimentos para que os presos sejam devidamente responsabilizados pelos seus atos. Entre elas, o deslocamento do Grupo de Intervenção Rápida até a Unidade Penal para realização de revista geral em todas as dependências dos presídios. Os presos faltosos, bem como líderes negativos, deverão ser transferidos para outro estabelecimento prisional, onde permanecem isolados e os presos envolvidos nos fatos permanecerão trancados por um período mínimo de 15 dias, sem recebimento de visitas. Também será instaurado inquérito policial e um procedimento disciplinar

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