segunda-feira, 25 de março de 2013

Visitante tenta entrar em CDP paulista com celular dentro de vassoura

Fonte: http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=462580

 
Jovem tenta entrar em presídio com celular dentro de vassoura
Aparelho seria entregue ao marido que o repassaria a outro detento
Notícia publicada na edição de 25/03/2013 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 7 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Adriane Mendes
adriane.mendes@jcruzeiro.com.br

Apesar da criatividade em colocar um celular na base de uma vassoura, o plano deu errado e uma jovem de 18 anos não conseguiu entrar com o aparelho no Centro de Detenção Provisória (CDP), no bairro da Aparecidinha, ontem pela manhã. O objetivo era entregar o telefone ao seu marido.

De acordo com os agentes de segurança penitenciária, a colocação do celular na parte inferior da vassoura foi muito bem feita, como num trabalho artesanal, não sendo perceptível num simples olhar. Entretanto, no aparelho de raio-x, por onde passam todos os objetos levados pelos visitantes, constou a presença de algo. A vassoura foi então quebrada e o celular localizado enrolado em meio a um papel laminado, havendo ainda uma placa de madeira para sustentar o aparelho dentro da vassoura.

Também segundo os funcionários, aquele tipo de papel laminado é capaz de neutralizar os sensores existentes normalmente em peças de lojas, como roupas, por exemplo. Após ser surpreendida com a descoberta, a jovem disse que o celular seria entregue ao seu marido para que ele o repassasse para um outro preso. A garota também disse que o celular havia sido entregue a ela por uma desconhecida.

Depois da apreensão dos objetos, a jovem foi autuada pelo artigo 349-A do Código Penal Brasileiro, que dispõe sobre ingressar, promover, intermediar, auxiliar ou facilitar a entrada de aparelho telefônico de comunicação móvel, de rádio ou similar, sem autorização legal, em estabelecimento prisional. Entretanto, por se tratar de um crime com pena inferior a dois anos, foi feito um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO), e a jovem liberada. O artigo, incluído pela lei número 12.012 de 2009, prevê pena de três meses a um ano de detenção.

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