segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Estado de São Paulo adotará PPP para mudar presídios, segundo o Diário de Guarulhos.


O desgoverno de São Paulo irá construir presídios com parcerias privadas no estado de São Paulo e vai fazer marketing dizendo que os presídios com parcerias privadas são melhores que os presídios convencionais.

Como será feito o marketing dos presídios com PPPs, segundo a minha imaginação fértil?
Esses primeiros presídios serão para cerca de 3.000 presos, basta pedir para os 159 presídios do estado enviarem apenas 20 presos de cada UP, presos que sempre trabalharam, que nunca deram problemas, de preferência os homicidas, primários e que nunca foram para o "pote".
Enquanto os presídios convencionais ficam com os do crime organizado, os "chapados", os "nóias", os "zicas", os "exus", etc...


SERÃO PRESÍDIOS APENAS PARA "INGLÊS VER", OU ITALIANOS VEREM, SE ALGUMA ENTIDADE PREFERIR MOSTRAR AOS ITALIANOS, DIZENDO QUE AQUI FUNCIONA TUDO E QUE É UMA BELEZA, MAS, UM CDP COM MAIS DE 2.500 PRESOS NINGUÉM QUER MOSTRAR PARA OS ITALIANOS, OPS... INGLESES.


Veja mais comentários que fiz sobre esses presídios com parceria privada no link abaixo.
http://jenisandrade.blogspot.com.br/2012/03/projeto-ppp-do-governo-psdb-em-sp-para_03.html


Veja matéria publicada no Diário de Guarulhos:
Fonte: http://www.diariodeguarulhos.com.br/2014/02/21/estado-adotara-ppp-para-mudar-presidios/


Estado adotará PPP para mudar presídios


Alckmin confirma que as penitenciárias em frente ao Aeroporto serão transferidas

Da Redação

O governador Geraldo Alckmin confirmou nesta quinta (20) que o Estado desativará os quatro presídios próximos ao Aeroporto de Guarulhos que os novos estabelecimen tos não ficarão necessariamente no município.

“Depende de onde tiver espaço”, disse ao DG, no Palácio dos Bandeirantes.

Pela primeira vez, Alckmin disse que os novos presídios serão construídos em regime de parceria público-privada (PPP), ou seja com investimentos e participação de empresas na gestão penitenciária.

“A empresa vai ter de oferecer o mesmo número de vagas que temos hoje”, afirmou.

Os atuais quatro presídios, hoje, têm capacidade nominal (somadas) para 3.787 detentos, mas estão com 8.914 presos.

Alckmin disse que o projeto está sendo tocado pelo secretário do Planejamento Júlio Semeghini, mas não tem prazo para começar. Disse ainda que o plano é permitir que a Prefeitura aproveite as áreas dos atuais presídios, no Parque Cecap e na Várzea do Palácio, para construir centros de exposição e eventos empresariais, aproveitando a proximidade com o Aeroporto.

Os presídios são: Adriano Marrey, Parada Neto e os Centros de Detenção Provisória 1 e 2.

Alckmin também confirmou que o Estado assumirá metade do custo da reforma da ponte da Vila Any, que liga Guarulhos ao Itaim Paulista, sobre o Rio Tietê.

A ponte está interditada há quatro meses.

O Estado propõe assumir 50%, cabendo às prefeitura de São Paulo e Guarulhos os outros 50%.

Nesta quinta, Almeida voltou a demonstrar impaciência com a hesitação da Prefeitura paulistana em entrar no acordo.

A última proposta da Prefeitura paulistana foi criar um grupo de trabalho para discutir o tema.

Almeida cortou: “não tenho tempo para grupo de trabalho, a população não pode esperar mais”.

6 comentários:

  1. Mai uma forma de lavar o dinheiro público, uma vergonha !!!!
    GREVE GERAL NO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO JÁ !!!

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  2. Nossa ! Na teoria tudo é fácil, funciona, é rápido e lá no papel é tudo lindo.

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  3. PROPOSTAS FORMULADAS EM FIM DE MANDATO COMUMENTE NÃO TÊM SEGUIMENTO, SERVINDO APENAS DE PROPAGANDA, PARA DEMONSTRAR QUE SE ESTÁ FAZENDO ALGO OU SE PENSANDO EM ALGO DIFERENTE DAQUILO QUE É SABIDO DE TODOS SE TORNOU UM CAOS, QUE O SISTEMA PENITENCIÁRIO E UM PROBLEMA EM ÉPOCA DE CAMPANHA POLÍTICA. SÃO COMO DIRIAM OS FORMULADORES DE OPINIÃO DE FACTÓIDES. ISSO NÃO PROSPERARÁ. SE NÃO FEZ ATÉ AGORA, POR QUE PROPOR ISSO EM FIM DE MANDADO? E ADEMAIS, O PROBLEMA NÃO É SOMENTE VAGAS NO SISTEMA PENITENCIÁRIO, E OS PROFISSIONAIS COMO NÓS QUE LABUTAMOS CONSTANTEMENTE COM O EXCESSO DE CARGA DE TRABALHO MOTIVADO PELA SUPERLOTAÇÃO. UM AGENTE ATUALMENTE FAZ O TRABALHO DE TRES.

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  4. Boa noite

    Através deste venho comunicar que já está disponível a Classificação da LPTE da Penitenciária Masculina de Taquarituba

    é só publicar no blog

    Abraço

    Eliseu

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  5. bom dia jenis vc tem previsão se o concurso de asp 2013 que está na 4ª fase e si resultado em 24 de maio vai começar a chamar este ano

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  6. As parcerias público-privadas em questão não é uma novidade para causar o espanto que está causando em muitos como se percebe. Essa idéia de buscar o apoio da iniciativa privada para acelerar um setor público específico vem desde a época do estado liberal Frances. Parceria público-privada é o contrato pelo qual o parceiro privado assume o compromisso de disponibilizar à administração pública ou à comunidade uma certa utilidade mensurável mediante a operação e manutenção de uma obra por ele previamente projetada, financiada e construída. Em contrapartida há uma remuneração periódica paga pelo Estado e vinculada ao seu desempenho no período de referência. Alguns exemplos de obras realizadas por PPP’s são vagas prisionais, leitos hospitalares, energia elétrica, auto-estrada dentre outras. No Brasil temos referência de PPP desde a época do imperador Pedro II quando este implantou a maior parte das ferrovias brasileiras no século XIX, através de subsídio com a não cobrança da chamada cláusula do ouro. Atualmente no Brasil o projeto da parceria público-privada foi implementado pelo Governo Lula em 2004 (PT – PMBB - PCdoB). É uma forma de provisão de infra-estruturas e serviços públicos em que o parceiro privado é responsável pela elaboração do projeto, financiamento, construção e operação de ativos, que posteriormente são transferidos ao estado. A maior Parceria Público-Privada da América Latina, e uma das maiores do mundo, encontra-se em execução na cidade do Rio de Janeiro (PMDB), onde um consórcio, integrado pela Odebrecht, Carioca Engenharia e a OAS criou a Concessionária Porto Novo S/A para implantação do Projeto Porto Maravilha. Portanto essa ‘velha idéia’ do governo de São Paulo pode ser sim uma saída para pelo menos amenizar o problema da superlotação nos presídios a médio prazo o que, para a sociedade pagadora de impostos a quem realmente interessam as ações do Governo, seria um ótimo negócio. O que muitos estão com medo, principalmente os nossos sindicatos e os que deles se alimentam, é do Governo privatizar a Administração dos presídios tornando esses uma empresa particular, o que não cabe às PPP’s no caso específico do sistema prisional.

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