quinta-feira, 20 de março de 2014

Polícia ameaça prender agentes penitenciários grevistas em CAIUÁ.






IMPRESSIONANTE!!! Estou pasmo após ver a truculência em Hortolândia, Belém-SP e região oeste do desgoverno CRIMINOSO de São Paulo, que usa a Polícia Militar para cometer um CRIME, pois desrespeita a LEP(Lei de Execução Penal) forçando a entrada de presos em Centros de Detenções "Provisórios" que já estão com o TRIPLO da capacidade.
Lei 7.210 de 11 de julho de 1984 - Lei de Execuções Penais: LEP.
Art. 85. O estabelecimento penal deverá ter lotação compatível com a sua estrutura e finalidade.
QUEM NÃO CUMPRE LEI É CRIMINOSO, PORTANTO O DESGOVERNO DE SÃO PAULO É CRIMINOSO!!!!
CDPS de São Paulo que são para 768 presos estão com até 2.600 presos.
AGENTES PENITENCIÁRIOS ENTREGUEM AS CHAVES DAS CELAS E DOS PORTÕES PARA A POLÍCIA MILITAR E VÃO PARA A FRENTE DOS PRESÍDIOS.



Fonte da matéria: G1

20/03/2014 14h39 - Atualizado em 20/03/2014 15h02
Após negociação, grevistas liberam entrada em presídio de Caiuá
Agentes penitenciários queriam impedir a transferência de detentos.
Comboio conta com 30 presos e saiu da Cadeia de Presidente Venceslau.
Vinícius Pacheco
Do G1 Presidente Prudente


Após negociação com a Polícia Civil, que se prolongava desde a manhã desta quinta-feira (20), os agentes penitenciários afirmam que vão liberar a entrada do comboio que transporta aproximadamente 30 presos da Cadeia de Presidente Venceslau para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá. Segundo os manifestantes, a decisão foi tomada para evitar prisões, já que a Tropa de Choque da Polícia Militar e do Grupo de Operações Especiais (GOE) estavam no local e já teriam sido ameaçados os agentes.
Tanto os grevistas quanto os policiais ficaram a cerca de dois quilômetros de distância da unidade prisional, na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), para discutir o impasse. Conforme o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional no Estado de São Paulo (Sifuspesp), os policiais “vieram com uma ordem judicial, mas o objetivo era manter o bloqueio”.
Os servidores realizaram a negociação de forma independente aos três sindicatos da classe: Sindicato dos Agentes Prisionais do Estado de São Paulo (Sindasp), Sifuspesp e Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário Paulista (Sindcop), conforme declarado pelos representantes.
Cerca de 100 servidores estão na frente do CDP para impedir a entrada dos detentos e devem, a partir de agora, fazer uma manifestação simbólica, cruzando os braços durante a passagem da comitiva.


“Esta é uma luta contra a falta de condições de trabalho adequadas. O presídio deveria ter 765 ocupantes, mas está com 1600. Não há como 180 funcionários darem conta do trabalho”, declara o Sifuspesp.
O G1 entrou em contato com o delegado da Seccional de Presidente Venceslau, Sthépano Rabecini, que está no local. Ele explicou que as viaturas com os detentos já ultrapassaram os primeiros portõesda unidade prisional, porém as negociações para a inclusão dos detentos no sistema penitenciário ainda é negociada com agentes, na parte interna do CDP.
Andamento
A greve dos agentes penitenciários chega a seu décimo dia nesta quinta-feira. Conforme o Sindasp, a categoria reivindica diversos benefícios, entre eles, bônus para os profissionais, correção do auxílio-alimentação, fim do teto base, convocação remunerada durante a realização de blitz, redução das classes de carreira e bico legalizado.
Mesmo com uma decisão da Justiça que favorecia a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), que obrigava os manifestantes a liberarem as transferências, os agentes afirmaram que o bloqueio seria mantido, como aconteceu nas unidades de Martinópolis e Dracena.

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