segunda-feira, 5 de maio de 2014

PM apreende celulares que caíram de drone perto de presídio de Potim, SP.


Fonte: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/05/pm-apreende-celulares-que-cairam-de-drone-perto-do-presidio-de-potim-sp.html

PM apreende celulares que caíram de drone perto de presídio de Potim, SP
Para a PM, aparelho foi usado na tentativa de entregar celular aos detentos.
Esse é o terceiro caso no ano em que criminosos usam drones em presídios.
Do G1 Vale do Paraíba e Região






Oito celulares foram apreendidos na tarde deste sábado (3) após caírem de um drone - espécie de mini-helicóptero de brinquedo - perto da Penitenciária de Potim, no interior de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, os criminosos usavam o aparelho na tentativa de entregar os celulares aos detentos do presídio.
O caso aconteceu por volta das 13h30 e de acordo com a PM os celulares estavam em uma caixa pendurada ao drone que sobrevoava uma área próxima ao presídio. A ação dos criminosos acabou sendo frustrada porque o aparelho não aguentou o peso da caixa, que caiu fora do presídio. Os oito celulares foram apreendidos, mas a polícia não conseguiu apreender o drone.
Esse é o terceiro caso neste ano que criminosos usam drones para entregar 'encomendas' em unidades prisionais. Os outros dois casos aconteceram no Centro de Detenção Provisória do Putim, em São José dos Campos.

Em abril, criminosos tentaram entregar um pacote aos detentos da unidade. Na ocasião, os agentes penitenciários disparam vários tiros mas não conseguiram derrubar o aparelho, que lançou um pacote em um dos pátios do presídio. O conteúdo do embrulho não foi informado, mas no dia seguinte a Secretaria de Administração Penitenciária apreendeu dois celulares, duas baterias, três chips, 64 gramas de maconha e dois comprimidos, aparentemente de ecstasy, na unidade.
No início de março, um drone foi usado para entregar cocaína aos presos do pavilhão 1 do CDP. Agentes de vigilância penitenciária avistaram o equipamento sobrevoando a unidade e lançando um pacote no pátio do pavilhão. O material foi recolhido pelos presos antes da intervenção dos agentes. Depois disso, o local passou por uma vistoria do Grupo de Intervenção Rápida (GIR). A ação é investigada pelo Ministério Público que apura denúncias de abuso.

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