segunda-feira, 9 de junho de 2014

Quanto é a diária do estado para o servidor penitenciário viajar?




As diárias são pagas a todos servidores públicos do estado que se deslocam para outras cidades, coloco no título servidor penitenciário pelo motivo desse blog ser visto apenas por servidores penitenciários.



Alguns amigos sempre me perguntam como funciona a diária para viajar a trabalho, fazendo acompanhamento de preso em fórum ou hospitais do regime semiaberto ou fechado para outra cidade, acompanhando o "bondão" de transferências de presos dos regimes fechados e semiabertos e agora com os AEVPs que irão fazer escoltas de presos se interessam mais pelo assunto também.

Diante disso fiz uma pesquisa sobre quais decretos fundamentam as diárias que muitas vezes são tão "reguladas" pelos diretores prisionais, como se saíssem do bolso dos mesmos, quando iniciei no sistema prisional em 1.994, todo trabalhador saía da unidade com a diária no bolso antes de viajar, hoje leva-se uma canseira e pagam com má vontade, às vezes alguns meses depois.
As legislações que estão em vigor são os decretos de leis números 48.292/03 e 49.878/05, no primeiro decreto(48.292/03) ele informa os valores que cada servidor tem direito, de acordo com o número da população e a distância da cidade que será feita a viagem, no segundo decreto(49.878/05) ele apenas da nova redação ao artigo 1º do decreto 48.292/03 dizendo que se a viagem do servidor for para um local que o estado forneça alimentação e alojamento, o servidor terá apenas 50% do valor que deveria receber quando não tem esses benefícios.
Posto abaixo os decretos e faço um resumo da minha interpretação sobre os valores das diárias:
Uma diária completa são 9 UFESPs, ou seja, no ano vigente são  R$181,26(cento e oitenta e um reais e vinte e seis centavos), já que cada UFESP no ano de 2.014 é R$20,14(vinte reais e quatorze centavos).
Só que não se empolgue, no nosso caso apenas recebem esse valor diretores ou cargos que exigem ensino superior, como por exemplo, Analistas Administrativos, Assistentes Sociais, Psicólogos, Executivos Públicos, etc...
No caso do "baixo clero", ou seja, ASPs, AEVPs, Oficiais Operacionais, Oficiais Administrativos, Auxiliares de serviços gerais e outros, esses receberão no máximo 7 UFESPs, ou seja, R$140,98(cento e quarenta reais e noventa e oito centavos) 

Continue não se empolgando, pois para receber esse valor de R$140,98, será somente quando o deslocamento exigir pernoite fora da sede.
Será acrescido 50% (cinqüenta por cento) do valor, nos deslocamentos para municípios com população igual ou superior a 200.000 (duzentos mil) habitantes, desde que distantes pelo menos 70 kms (setenta quilômetros) do município-sede de exercício do servidor ou policial militar.
Quanto ao período de viagem fora da sede copiei alguns artigos do decreto e dei uma incrementada com valores de acordo com a minha humilde interpretação:
Para indenizar despesas com alimentação quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede:
a) 40% (quarenta por cento), ou seja, no meu entender R$56,36, mas se for para cidade acima de 70kms e com mais de 200.000 moradores, acrescenta-se 50% desse valor, ou seja, R$28,18, que  aumenta para R$84,54 quando o período de deslocamento for igual ou superior a 12 (doze) horas;
b) 20% (vinte por cento), ou seja, no meu entender R$28,18, mas se for para cidade acima de 70kms e com mais de 200.000 moradores, acrescenta 50% desse valor que são R$14,09, ou seja, aumenta para R$42,27 quando o período de deslocamento for igual ou superior a 6 (seis) horas e inferior a 12 (doze) horas.
Se o dia do retorno for o seguinte, ainda acrescenta essas porcentagens ao valor das diárias.
3. para indenizar despesas com alimentação no dia de retorno à sede do servidor ou policial militar:
a) 40% (quarenta por cento), quando a chegada de regresso à sede ocorrer a partir das 19 (dezenove) horas;
b) 20% (vinte por cento), quando a chegada de regresso à sede ocorrer a partir das 13 (treze) horas e antes das 19 (dezenove) horas.
OBSERVE: Não sou matemático, tampouco especialista em direito, mas posto abaixo os decretos vigentes na íntegra para que cada um faça sua interpretação.

OBSERVE 2: Se você faz escoltas e não recebe diária, registre os dias e entre com ação judicial que receberá.
Sugiro imprimir os decretos abaixo e debater com os companheiros, no caso dos AEVPs e oficiais operacionais, sugiro imprimir e deixar nas VTRs.
Veja também porque você não recebe Vale Coxinha ou não receberá um dia: http://jenisandrade.blogspot.com.br/2011/09/vale-coxinha-teto-indexador.html
Veja também porque o seu auxílio transporte não paga nenhuma carroça: http://jenisandrade.blogspot.com.br/2011/11/auxilio-transporte-porque-recebo-uma.html

DECRETO N. 48.292, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2003


Dispõe sobre a concessão de diárias aos servidores da Administração Centralizada e das Autarquias, bem como aos componentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo e dá providências correlatas



GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

Decreta:

Artigo 1.º - A concessão de diárias aos servidores da Administração Centralizada e das Autarquias, bem como aos componentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo, com o objetivo de indenizar despesas com alimentação e pousada, far-se-á de acordo as disposições deste decreto.

§ 1.º - Observados os princípios da moralidade e do estrito interesse do serviço público, a diária poderá ser concedida ao servidor ou policial militar que se deslocar temporariamente da respectiva sede, no desempenho de suas atribuições, na realização de diligência policial militar ou em missão ou estudo, dentro do País, relacionados com o cargo, a função -atividade, o posto ou a graduação que exerce.

§ 2.º - Para os fins deste decreto, sede significa o município onde o servidor ou policial militar tem exercício.

§ 3.º - Não será concedida diária:
1. ao servidor ou policial militar removido ou transferido, durante o período de trânsito; e
2. quando o deslocamento do servidor ou policial militar constituir exigência permanente do seu cargo, função-atividade, posto ou graduação.

Artigo 2.º - O valor da diária será calculado com base no valor da Unidade Fiscal do Estado de São Paulo - UFESP, fixado para o primeiro dia útil do mês devido, na seguinte conformidade:
I - na importância correspondente a 9 (nove) UFESPs, para:
a) ocupantes de cargos e funções-atividades para cujo provimento seja exigido diploma de nível universitário ou habilitação profissional correspondente;
b) ocupantes de cargos e funções-atividades de direção;
c) componentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo, ocupantes de postos de Coronel PM a Aspirante a Oficial PM;
II - na importância correspondente a 7 (sete) UFESPs, para:
a) ocupantes de cargos e funções-atividades não abrangidos pelo inciso anterior;
b) componentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo, ocupantes de graduações de Subtenente PM a Aluno Oficial 1. CFO.
Artigo 3.º - Quando o deslocamento do servidor ou policial militar se der para uma das localidades a seguir mencionadas, o valor da diária, apurado na forma do artigo anterior, será acrescido da importância que lhe corresponder a:
I - 100% (cem por cento), nos deslocamentos para o Distrito Federal ou Manaus - AM;
II - 80% (oitenta por cento), nos deslocamentos para São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Recife - PE, Belo Horizonte - MG, Porto Alegre - RS, Belém - PA, Fortaleza - CE ou Salvador - BA;
III - 70% (setenta por cento), nos deslocamentos para as demais capitais de Estados;
IV - 50% (cinqüenta por cento), nos deslocamentos para municípios com população igual ou superior a 200.000 (duzentos mil) habitantes, desde que distantes pelo menos 70 kms (setenta quilômetros) do município-sede de exercício do servidor ou policial militar.
Artigo 4.º - Para o servidor ou policial militar integrante de equipe de apoio às viagens do Governador ou do Vice-Governador o valor da diária, apurado na forma do artigo 2.º, quando for o caso com o acréscimo de que trata o artigo 3º deste decreto, será acrescido da importância que lhe corresponder a 25% (vinte e cinco por cento).
Artigo 5.º - As diárias serão concedidas por dia de deslocamento do servidor ou policial militar do respectivo município-sede de exercício nos termos do § 1.º do artigo 1.º deste decreto.

§ 1.º - Será concedida diária integral quando o deslocamento exigir pernoite fora da sede.

§ 2.º - Nas seguintes situações, serão concedidas diárias parciais com valores correspondentes às porcentagens a seguir indicadas, aplicadas sobre a importância apurada na forma do artigo 2º, com os acréscimos de que tratam os artigos 3º e 4º deste decreto, quando for o caso:
1. 50% (cinqüenta por cento), quando fornecido alojamento ou outra forma de pousada, em próprio do Estado ou de outro órgão ou entidade da Administração Pública;
2. para indenizar despesas com alimentação quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede:
a) 40% (quarenta por cento), quando o período de deslocamento for igual ou superior a 12 (doze) horas;
b) 20% (vinte por cento), quando o período de deslocamento for igual ou superior a 6 (seis) horas e inferior a 12 (doze) horas.
3. para indenizar despesas com alimentação no dia de retorno à sede do servidor ou policial militar:
a) 40% (quarenta por cento), quando a chegada de regresso à sede ocorrer a partir das 19 (dezenove) horas;
b) 20% (vinte por cento), quando a chegada de regresso à sede ocorrer a partir das 13 (treze) horas e antes das 19 (dezenove) horas.

§ 3.º - Para os fins da concessão das diárias parciais de que trata o item 2 do parágrafo anterior será considerado o horário da partida e o da chegada de regresso à sede do servidor ou do policial militar.

§ 4.º - Não será concedida diária quando fornecidos alojamento, ou outra forma de pousada, e alimentação pela Administração Pública.

Artigo 6.º - O servidor ou policial militar que fizer jus a diária deverá apresentar ao superior hierárquico, até o terceiro dia útil após o regresso, relação circunstanciada das diárias vencidas, consignados os seguintes informes:
I - nome e número da Cédula de Identidade (RG);
II - unidade, serviços ou OPM a que pertence;
III - cargo, função-atividade, posto ou graduação, e padrão, vencimentos, remuneração, salário ou referência;
IV - local para onde se deslocou;
V - motivo do deslocamento;
VI - dia e hora da partida e da chegada de regresso à sede; e
VII - número de diárias, especificados os dias de deslocamento.

§ 1.º - Da relação constará relatório circunstanciado onde ficará evidenciado:
1. a ordem superior para o deslocamento;
2. a justificativa do deslocamento; e
3. a freqüência, atestada pelo chefe imediato.

§ 2.º - Nos casos de deslocamento da sede por períodos prolongados, a relação será enviada até o terceiro dia útil que se seguir a cada período de 30 (trinta) dias consecutivos de afastamento.

§ 3.º - Compete ao superior hierárquico do servidor ou policial militar, por despacho fundamentado, glosar as diárias indevidas.

Artigo 7.º - O pagamento da diária poderá ser antecipado, tendo em vista o prazo provável do afastamento, segundo a natureza e a extensão do serviço a ser realizado, podendo ser feito nas próprias unidades de despesa, desde que haja numerário para tanto.

§ 1º - Nenhuma antecipação poderá ser de quantia superior a 30 (trinta) diárias.

§ 2.º - A prestação de contas far-se-á nos termos e condições estabelecidos no artigo anterior, informando- se ainda:
1. a quantia recebida antecipadamente; e
2. a diferença a receber ou a repor.

Artigo 8.º - Nenhum servidor ou policial militar poderá perceber, a título de diárias, quantia superior a 50% (cinqüenta por cento) de sua retribuição mensal.

§ 1.º - As autoridades competentes para autorizar os deslocamentos com direito a diárias deverão adotar as medidas cabíveis a fim de que seja observado o limite estabelecido neste artigo sob pena de responsabilidade funcional.

§ 2.º - Os Secretários de Estado e o Procurador Geral do Estado, atendendo a absoluta necessidade de serviço dos órgãos ou unidades das respectivas Secretarias e Autarquias vinculadas e da Procuradoria Geral do Estado, poderão, excepcionalmente, autorizar o percebimento de diárias que ultrapassem o limite estabelecido neste artigo, respeitado o valor correspondente a 1 (uma) vez a retribuição mensal, desde que referentes a funcionários, servidores extranumerários, servidores regidos pela Lei nº 500, de 13 de novembro de 1974, e policiais militares.

§ 3.º - Na hipótese do previsto no parágrafo anterior, a autorização deverá ser previamente publicada no Diário Oficial do Estado, com indicação obrigatória de:
1. nome, número da cédula de identidade (RG), cargo, posto ou graduação;
2. localidade para onde se deslocará;
3. motivos do deslocamento;
4. número de diárias previsto.

§ 4.º - A autorização a que se refere o § 2.º deste artigo será obrigatoriamente comunicada à Coordenadoria Estadual de Controle Interno - CECI, da Secretaria da Fazenda, até o dia 10 (dez) do mês seguinte, em formulário próprio definido por essa Coordenadoria.

Artigo 9.º - Se no período de 1.º de janeiro a 31 de dezembro, ocorrer deslocamento do servidor ou policial militar de sua sede de exercício, por período superior a 120 (cento e vinte) dias, contínuos ou não, excetuados aqueles quando em missão ou estudo, deverá ser processada a transferência ou remoção de seu cargo, função-atividade, posto ou graduação, para a sede de exercício onde tenha permanecido por maior número de dias.

Parágrafo único - A aplicação do disposto neste artigo fica condicionada à observância das normas legais e regulamentares sobre transferência ou remoção e, em especial, da legislação específica das carreiras, classes e séries de classes.

Artigo 10 - Na contratação de pessoal sob o regime da legislação trabalhista, será obrigatória a inclusão de cláusula referente a diárias, nos termos deste decreto.
Artigo 11 - É vedado conceder diária com o objetivo de remunerar outros encargos ou serviços.
Artigo 12 - É vedado conceder gratificação pela prestação de serviço extraordinário ao servidor que perceber diária.
Artigo 13 - O servidor ou policial militar que receber diária indevidamente ou em desacordo com as normas estabelecidas neste decreto, será obrigado a restituí-la de uma só vez, sujeitando-se, ainda, à punição disciplinar, na forma da lei.
Artigo 14 - O superior imediato do servidor ou policial militar responderá solidariamente pela legitimidade das informações constantes do relatório a que se refere o artigo 6.º e, quando houver antecipação, da prestação de contas de que trata o artigo 7.º deste decreto, sujeitando-se à punição disciplinar, na forma da lei.
Artigo 15 - A autoridade que conceder ou arbitrar diárias, em desacordo com as normas estabelecidas neste decreto, responderão, solidariamente com o servidor ou policial militar, pela reposição imediata da importância indevidamente paga, sujeitando-se, ainda, à punição disciplinar, na forma da lei.
Artigo 16 - A Secretaria da Fazenda verificará, por intermédio do Departamento de Controle Interno, da Coordenadoria Estadual de Controle Interno, o exato cumprimento do disposto neste decreto e, se constatada a inobservância das condições e exigências nele determinadas, denunciará, incontinenti, o pagamento das importâncias indevidas à autoridade competente, a qual determinará a apuração da responsabilidade, instaurando procedimento administrativo cabível, se for o caso.
Artigo 17 - A Corregedoria Geral da Administração verificará, por meio de correições, a regularidade da execução do disposto neste decreto e apurará a conduta funcional dos agentes públicos envolvidos nos procedimentos relativos a diárias, propondo sua responsabilização, quando for o caso.
Artigo 18 - O Departamento de Controle Interno e a Corregedoria Geral da Administração manterão os Titulares das respectivas Pastas informados sobre suas ações no sentido de cumprir o disposto nos artigos 16 e 17 deste decreto.
Artigo 19 - Os serviços de que tratam os artigos 16 e 17 deste decreto não excluirão os serviços correcionais ou de controle próprios existentes nos órgãos da Administração Centralizada e nas Autarquias.
Artigo 20 - Para o cabal cumprimento dos artigos 16, 17 e 19 deste decreto os órgãos dos Sistemas de Administração Financeira e Orçamentária manterão, sob sua guarda, pelo prazo de 5 (cinco)
anos, o relatório a que se refere o artigo 6º e, quando houver antecipação, a prestação de contas de que trata o artigo 7º deste decreto.
Artigo 21 - Para os fins do inciso IV do artigo 3º deste decreto fica a Secretaria de Economia e Planejamento incumbida de publicar, mediante resolução do Titular da Pasta, relação dos municípios,
existentes no País, com população igual ou superior a 200.000 (duzentos mil) habitantes.

Parágrafo único - A resolução a que se refere este artigo deverá ser editada dentro do prazo de 10 (dez) dias contados a partir da data da publicação deste decreto.

Artigo 22 - As disposições deste decreto aplicam- se, nas mesmas bases e condições, conforme a categoria em que se enquadrarem:
I - aos servidores da Estrada de Ferro Campos do Jordão; e
II - aos integrantes de equipe de apoio às viagens do Governador ou do Vice-Governador, não pertencentes à Administração Centralizada ou a Autarquias, que estiverem ou vierem a ser colocados
à disposição da Casa Civil.
Artigo 23 - As despesas decorrentes da aplicação deste decreto correrão à conta das dotações consignadas no orçamento vigente.
Artigo 24 - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial:
I - o Decreto n.º 28.962, de 3 de outubro de 1988;
II - o Decreto n.º 34.664, de 26 de fevereiro de 1992.
Palácio dos Bandeirantes, 2 de dezembro de 2003

GERALDO ALCKMIN
Antônio Duarte Nogueira Júnior
Secretário de Agricultura e Abastecimento
João Carlos de Souza Meirelles
Secretário da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo
Cláudia Maria Costin
Secretária da Cultura
Gabriel Chalita
Secretário da Educação
Mauro Guilherme Jardim Arce
Secretário de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento
Eduardo Guardia
Secretário da Fazenda
Barjas Negri
Secretário da Habitação
Dario Rais Lopes
Secretário dos Transportes

















Veja o decreto nº 49.878, publicado no diário oficial, caderno Executivo I, pág. 1 em 12 de agosto de 2005,

DECRETO Nº 49.878,
DE 11 DE AGOSTO DE 2005
Dá nova redação ao item 1 do § 2º do artigo
5º do Decreto nº 48.292, de 2 de
dezembro de 2003, que dispõe sobre a
concessão de diárias aos servidores da
Administração Centralizada e das Autarquias,
bem como aos componentes da
Polícia Militar do Estado de São Paulo
GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São
Paulo, no uso de suas atribuições legais,
Decreta:
Artigo 1º - O item 1 do § 2º do artigo 5º do Decreto
nº 48.292, de 2 de dezembro de 2003, passa a vigorar
com a seguinte redação:
“1. 50% (cinqüenta por cento), quando:
a) fornecido alojamento ou outra forma de pousada,
em próprio do Estado ou de outro órgão ou entidade
da Administração Pública; ou
b) fornecida pela Administração Pública a alimentação;”.
(NR)
Artigo 2º - Este decreto entra em vigor na data de
sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 11 de agosto de 2005
GERALDO ALCKMIN
Antônio Duarte Nogueira Júnior
Secretário de Agricultura e Abastecimento
João Carlos de Souza Meirelles
Secretário da Ciência, Tecnologia
e Desenvolvimento Econômico
João Batista Moraes de Andrade
Secretário da Cultura
Gabriel Chalita
Secretário da Educação
Mauro Guilherme Jardim Arce
Secretário de Energia,
Recursos Hídricos e Saneamento
Eduardo Guardia
Secretário da Fazenda
Emanuel Fernandes
Secretário da Habitação
Dario Rais Lopes
Secretário dos Transportes
Hédio Silva Júnior
Secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania
José Goldemberg
Secretário do Meio Ambiente
Maria Helena Guimarães de Castro
Secretária Estadual de Assistência
e Desenvolvimento Social
Martus Tavares
Secretário de Economia e Planejamento
Luiz Roberto Barradas Barata
Secretário da Saúde
Saulo de Castro Abreu Filho
Secretário da Segurança Pública
Nagashi Furukawa
Secretário da Administração Penitenciária
Jurandir Fernandes
Secretário dos Transportes Metropolitanos
Walter Caveanha
Secretário do Emprego e Relações do Trabalho
Rubens Frascino Jordão
Secretário-Adjunto, Respondendo pelo Expediente
da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer
Fernando Longo
Secretário de Turismo
Arnaldo Madeira
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicado na Casa Civil, aos 11 de agosto de 2005.

25 comentários:

  1. Tem muito pilantra, puxa saco, que quer fugir do raio e viaja sem receber diária e nunca vai reclamar, bando de fariseus.

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    1. Isso quando o cara não vai pescar la no interiozão pra depois vorta pro cadeiao vazio ...hummmmm!

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  2. Uma duvida,a unidade me inscreveu em um curso a 200km de com população superior a 200 mil habitantes,o curso será de terça a sexta,portanto terei que ficar alojado lá ,durante quatro semanas,qual seria o valor correto a receber?

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    1. Imprima o decreto e faça o cálculo, se eu fizer pode ocorrer algum erro, por isso prefiro que o amigo interprete de acordo com os decretos

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  3. Bom dia Jenis, gostaria de saber se vc sabe algo sobre a diária do curso de formação. Ja fiz o pedido faz 2 anos e até agora nada. O adm fala que esta esperando a coordenadoria repassar o dinheiro, o que devo fazer????

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    1. Se não pagar diária por curso em outra cidade após protocolar na unidade, basta entrar com ação judicial através de um advogado.

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  4. Bom dia Jenis, gostaria de saber se vc sabe algo sobre as diárias do curso de formação. Protocolei o pedido faz dois anos e o Adm diz que está aguardando uma resposta da coordenadoria. Mas isso já faz 2 anos. Quais as providencias a serem tomadas?

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  5. Bom Dia !!!

    Estou com uma duvida, AEVP também recebe diaria ou esse cargo não paga diaria ?

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    1. Todo servidor público do estado tem direito a diária.

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  6. O piór não é o valor da diária e sim, vc ser chamado como testemunha na Corregedoria e ter que viajar a noite toda e no dia seguinte ir direto dar depoimento. Daqui de Mirandopolis até São Paulo é longe demais e vc chega "amarrotado", cansado, descabelado e etc. Terminou o depoimento, vc volta prá rodoviária, espera o horário do seu ônibus e no dia seguinte tem que trabalhar doze hrs. Eu não durmo em onibus e por isso, fico o dia todo "mortão". Será que alguem ou o nosso Sindicato não observa isso? O mais justo seria vc ter folga após o dia de depoimento na capital ou pelo menos regularizassem sua entrada com atraso. Chegar as 04:30 e ir para o plantão as 06:00 é demais.

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  7. Na pratica, a secretaria da fazenda ja fornece uma planilha com os campos a preencher e a própria planilha faz os cálculos. A planilha é baseada na lei, logico, os cálculos são feitos corretamente, mas o dinheiro vem das coordenadorias, então aquele diretor que é mais amigo consegue mais rápido, o outro que é da oposição, se é que existe algum diretor na oposição, esse toma canseira e por consequência quem faz jus a diária também. Respondendo os amigos que fizeram curso ai e ainda não receberam as diárias, SOMENTE VIA JUDICIAL, o Estado fez caca, não admite e muito menos ta afim de pagar por isso, falo com conhecimento de causa, Qualquer outra duvida que tenham ai, perguntem e se o Jenis deixar eu tento responder por aqui ok..... ASP.

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  8. JENIS : EU E UM GRUPO DE AMIGOS TRABALHAMOS NO ADRIANO MARREY EM GUARULHOS, FIZEMOS O CURSO DE FORMAÇÃO EM ARARAQUARA, (OU SEJA TIVEMOS QUE NOS DESLOCAR DE GUARULHOS PARA ARARAQUARA), EM CONTATO COM O ADM. DA UNIDADE PERDEMOS O DIREITO POIS PASSOU O PRAZO PARA DAR ENTRADA NO PROCESSO DE DIÁRIA, VISTO QUE JÁ SE PASSA 4 ANOS E MEIO DO CURSO SERÁ QUE MESMO ASSIM TEMOS DIREITO EM RECEBER A REFERIDA DIÁRIA ??

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  9. Bom dia
    Fiz um curso de chefia na eap durante cinco dias, fiz o documento de diária e a unidade não quer pagar...meu diretor me disse que por lei a unidade pode ou não pagar disse que não é obrigada a pagar...procede isso?

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    1. Não procede, só que para reclamar só judicialmente, mas lhe garanto que é ação ganha, qqr adv pega sem cobrar nada de início, pois ele vai ganhar uma porcentagem da ação no final.

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  10. JENIS ANDRADE,VOCÊ SABE QUANDO VAI CHAMAR O PESSOAL DO CONCURSO 2013 SERÁ QUE É ESSE ANO AINDA OBRIGADO.

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  11. jenis bom dia ,fiz escolta de um preso internado no hc de ribeirao preto por 15 dias ,preechi,o papel da diaria ,mais como fiz portabilidade de minha conta para o santander,o financeiro de minha unidade dice que eu não receberia as diarias ,porque eu não tinha conta no banco do brasil, que so quem recebe diarias e quem tem conta no banco do brasil ,isso procede.

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  12. Olá Jenis! Tenho uma dúvida.
    Pesquisei e percebi que na legislação não existe uma norma quanto a quantas horas de viagem é permitido descanso, vou citar um exemplo. Soube que a diretoria de Escolta em Sâo Paulo (COREMETRO) determinou que não será mais paga diária de pernoite, ou seja, se um grupo de AEVPs vier de São Paulo fazer escolta para o interior (OESTE), sendo uma viagem em torno de 16 horas de ida e volta, não lhes é permitido dormir, pois foi estabelecido, por aqueles que só ficam atrás da mesa, que eles terão que fazer "bate e volta".
    Consta que na equipe de escolta cada um tem sua função, como o motorista, e os demais homens, (1º 2º e assim vai), cada qual com sua atribuição dentro da equipe. Portanto, no meu entendimento, o motorista vai e volta dirigindo, sem descanso e esgotados da viagem de ida.
    Isso é legal? ou existe alguma fundamentação para ser discutido com as chefias e chegar a uma, mesmo que for necessário o envolvido do sindicato dos AEVPs?
    Vale destacar que não se trata apenas do dinheiro, e sim da integridade física dos servidores bem como do patrimôno público do estado, devido ao risco de acidentes pelos funcionários não terem o devido descanso.
    Se puder nos orientar, eu agradeço!

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    1. Não é legal, sugiro anotar todas as viagens e irregulariedades, após um ano entre com ação trabalhista, receberá em dinheiro, quem sabe com isso o desgoverno mude de atitude.

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  13. JENIS : EU E UM GRUPO DE AMIGOS TRABALHAMOS NO ADRIANO MARREY EM GUARULHOS, FIZEMOS O CURSO DE FORMAÇÃO EM ARARAQUARA, (OU SEJA TIVEMOS QUE NOS DESLOCAR DE GUARULHOS PARA ARARAQUARA), EM CONTATO COM O ADM. DA UNIDADE PERDEMOS O DIREITO POIS PASSOU O PRAZO PARA DAR ENTRADA NO PROCESSO DE DIÁRIA, VISTO QUE JÁ SE PASSA 4 ANOS E MEIO DO CURSO SERÁ QUE MESMO ASSIM TEMOS DIREITO EM RECEBER A REFERIDA DIÁRIA ??

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  14. Queria saber se quem recebe diária do dia perde tbem o vale alimentação do dia .

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    1. Se recebe diária o vale alimentação daquele dia é descontado sim, pois a diária é um ressarcimento de eventuais gastos durante a deslocação a serviço, incluindo alimentação.

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  15. Trabalho em uma unidade prisional a 40Km de Sorocaba, fiz duas pernoites no hospital regional de sorocaba e o adm disse que não tenho direito a diária sabe me dizer se esta certo?

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  16. Olá, quando estamos de plantão e somos designados a sairmos em uma escolta antes do almoço, onde não fomos avisados,e que estamos despreparado dos sem nenhum tustão, não temos direito a diária?

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  17. Quem está de plantão e sai pra uma escolta antes do almoço,não tem direito a diária?

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