segunda-feira, 19 de setembro de 2016

AEVP assassinado por PMs, queremos uma investigação séria, se possível pelo DHPP.


Segundo o Jornal Itapira News, o AEVP sofreu um acidente e após sair do carro atirou em policiais militares que reagiram e o mataram, é preciso uma investigação muito séria, de preferência que não seja pela polícia civil da cidade, já que é possível ser prejudicada a investigação.


Se a arma que estava na mão do AEVP for dele, é óbvio que ele sairia do carro com a arma na mão.

Seria interessante que a SAP intervisse e pedisse a SSP uma investigação séria.

Veja a matéria no link abaixo:
http://www.itapiranews.com.br/agente-penitenciario-e-morto-apos-atirar-contra-policiais-militares-em-itapira/




20 comentários:

  1. LEMBRAM DISSO QUE ACONTECEU EM SÃO CARLOS??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

    PM é indiciado por homicídio de agente em São Carlos

    'Vocês vão morrer, corram', teria dito PM antes de atirar com submetralhadora, relatou sobrevivente

    Jornal A Cidade / Micaela Lepera


    Matheus Urenha / A Cidade
    Advogado Paulo França afirma que o irmão Lúcio Flávio se fingiu de morto para não morrer (foto: Matheus Urenha / A Cidade)


    A Polícia Civil de São Carlos indiciou o sargento da Polícia Militar Marcos de Souza pelo homicídio do agente penitenciário Edson Honório Ferreira, 46 anos, e pela tentativa de homicídio do agente penitenciário Lúcio Flávio de França, 35 anos, ambos de Ribeirão Preto.

    Os homens teriam sido confundidos com ladrões durante uma abordagem policial na madrugada do dia 6 de outubro em São Carlos.

    Em depoimento à polícia, Lúcio disse que ele e Édson estavam prestando serviço de monitoramento de cabos para uma empresa de telefonia quando foram abordados por uma viatura policial. De acordo com a vítima, eles se identificaram como agentes penitenciários e foram instruídos a entregar suas armas, que estavam no console do carro.

    Lúcio afirma que os policiais colocaram as armas em cima do capô da viatura e, neste momento, o sargento teria gritado “Vocês vão morrer, corram.” Em seguida, teria disparado.

    Os agentes penitenciários foram atingidos por vários disparos de uma submetralhadora. Edson morreu no local.

    O irmão de Lúcio, Paulo França, 37 anos, conta que o irmão levou nove tiros e que teve que se fingir de morto para não morrer de verdade. “Ele fala que depois que eles já estavam caídos, os policiais atiraram com as armas deles para alegar que houve um confronto.”

    Revide
    Segundo o delegado Gilberto de Aquino, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de São Carlos, as versões do agente penitenciário e do PM são conflitantes. O sargento teria dito que desligou o giroflex ao abordar os suspeitos e que somente revidou aos disparos dos agentes.

    “Mesmo que a versão do policial seja a verdadeira, ele errou ao desligar o giroflex, porque isso fez com que os agentes penitenciários não soubessem que o carro que estava se aproximando era uma viatura da polícia. Eles podem ter se assustado ao ver homens armados e atirado”, destaca Gilberto de Aquino.
    Ainda conforme o delegado, os agentes penitenciários não foram atingidos nas costas, mas sim no tórax, joelhos e braços.

    PM não se manifesta sobre o caso

    O A Cidade questionou a Corregedoria da PM sobre o indiciamento do sargento Marcos de Souza pela Polícia Civil, mas não obteve nenhum posicionamento sobre as investigações na esfera administrativa.

    A Secretaria da Segurança Pública se limitou a informar que a PM de São Carlos instaurou um (IPM) inquérito policial militar para apurar o caso.

    “A investigação segue coletando provas para esclarecer a ocorrência e não serão passadas mais informações para não atrapalhar os trabalhos policiais”, informou a SSP por meio de nota.

    Em entrevista ao A Cidade, na data do crime, o ex-PM Valmir Honório Ferreira, afirmou acreditar que o irmão Édson tenha sido vítima de excesso por parte dos policiais. “A abordagem foi totalmente inadequada”, disse à época.

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  2. Segundo relatos de vários companheiros de serviço o Aevp Harrison era tranquilo e muito responsável, trabalhava no Fórum da Barra Funda , estava em uma festa em Itapira com a namorada e a arma P40 que está portando era acautelada do estado , que a verdade venha a tona , pois esta versão tá muito estranha, bem lembrada pelo amigo acima! Meus sentimentos à família e amigos!

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  3. Esse tipo de comportamento da PM no interior de SP é comum, eles executaram esse servidor de forma cruel e agora vão arquitetar a defesa manipulando provas, essa é uma atitude muito comum da PM, isso não resolve a violência, mas fomenta mais violência. Essa cena, em pleno século 21, nos leva de volta ao tempo medieval. Estamos em um Estado com uma política de segurança pública truculenta e retrógrada, que vai na contramão na democracia.

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  4. Infelizmente acredito que uma pequena parte dos nossos PM sejam dependentes químicos e quando usam pode vir á fazer besteiras como essa.

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  5. Tem que haver uma investigação seria, isso não pode continuar acontecendo, polícia matando agentes da segurança pública.

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  6. Realmente, a policia militar de certa forma usa o corporativismo para acobertar crimes cometidos por seus integrantes, sendo assim, na delegacia,onde foi registrado o fato, apareceu ate o Major que ocupava função de coordenador operacional da região, tal fato somente fortalece a tese do corporativismo para acobertar o crime de HOMICÍDIO QUALIFICADO POR MOTIVO FÚTIL E POR IMPOSSIBILITAR CHANCE DE DEFESA À VÍTIMA, tendo em vista que existe relatos de vários disparos realizados pelas costas da vitima.
    Doravante as atrocidades da PM, o Ministério Publico precisa socorrer, amparar e acudir não somente a categoria dos Agentes prisionais como a sociedade no geral, pois, existe a solta um monstro de fardas sem controle prestes a criar um caos social junto aos cidadãos de bem.
    Parte dessa Corporação denominada PM, nada mais é que uma Organização criminosa que é a união de 4 ou mais pessoas que se estruturam ordenadamente dividindo suas tarefas com habitualidade e permanência, ainda que de maneira informal, com o objetivo de obter vantagem de qualquer natureza mediante a prática de infrações penais.

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  7. Bandido de Farda.....
    Corporativismo utilizado para encobrir crimes e ocultar provas.

    Dentre as mazelas da policia militar do Estado de São Paulo, deve-se destacar o corporativismo que é um dos aspectos mais destrutivos e mal compreendidos da natureza humana. É um veneno perigoso que se apresenta camuflado com uma face virtuosa.

    Um dos exemplos da aplicação deste veneno foi à ocorrência na cidade de Itapira-SP, a qual resultou na morte banal do Agente Prisional Harrison, onde vimos novamente o corporativismo da PM SP atuar para encobrir as ações criminosas praticadas pelos bandidos de fardas que atuaram na ocorrência da morte do amigo Harrison.

    Há tempos sou a favor da extinção do Presídio Romão Gomes, pois penso que policiais militares que cometem crimes, devem ser incluídos nas penitenciárias junto aos presos normais.

    Por fim, o GAECO deve investigar a conduta desses marginais, bandidos fardados.

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  8. Tem que fazer uma revolução.
    Prender todos esses PMs corruptos.
    Cambada de assassino, ladrão, sem vergonha.......
    tem que prender todos esses bandidos.

    Essa fita me deixou atacado.

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  9. Por que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo NUNCA se manifesta com relação aos seus agentes, permitindo assim, que somente uma versão seja veiculada? Tomem vergonha em suas caras e comecem a trabalhar pelo seu pessoal!

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  10. Essa versão da PM é muito estranha, tem que ter uma investigação séria.

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  11. Está mais que claro que andar armado é roubado, depois da liberação de armas para agentes e Aevp só aconteceu tragédia.

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    1. E aí véio, tá falando pelo celular de qual presidio...?

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  12. A polícia militar manipula suas ações fraudulentas, criminosas como se fossem os verdadeiros homens da lei e idôneos e os demais, marginais. Virou moda eles exterminarem serviores do sistema penit.

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  13. É necessário uma investigação séria por parte da polícia científica e outra paralela pela Sap. Essa história está muito mal contada, muitas lacunas que ainda faltam ser esclarecidas para a categoria e para a família que conhece melhor o avep do que ninguém, Será que a namorada dele já deu seu depoimento ? Será que a Sap já foi falar com a família pra tentar entender o que pode ter aconteceido ? Será que na barra funda, local de trafego intenso de presos de todas as unidades do estado, onde a PM têm seu próprio contingente interno e os Aevps também não poderia ter havido alguma desavença entre as partes ? Será que ? Será que ? todas essas questões devem ser apuradas, porquê ninguém em sã consciência depois de ter sofrido um "acidente" que deve ser investigado também as causas., sai do carro com a arma em punho e fica andando na beira do acostamento !!! A Sap têm obrigação de dar alguma explicação sobre o que está acontecendo, ou será que ??? Meus sentimentos a família.

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  14. Como na nossa profissão, existe PM bom e PM ruim de serviço, mas cada um deve arcar com sua responsabilidade em todo ato praticado. No caso em questão, deve haver sim uma investigação muito séria para que não acabe em "pizza" e no esquecimento. Mas, não esperem nada da SAP, pois se existe corporativismo dentro da PM, imaginem entre as Secretarias. Enfim, que a familia do colega morto não demore para receber a pensão e se provado o crime que entre com pedido de indenização junto ao Estado, pois familia de bandido andou recebendo ultimamente.

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  15. Sabe o que me passou pela cabeça pessoal,e se esse aevp estivesse sendo seguido ou algo do tipo por algum criminoso ou sei lá por isso capotou o carro e em seguida estivesse com sua arma em punho etc...

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  16. Está cada vez ficando mais claro que a PM ,não gosta de Agente de segurança penitenciaria, Mas quem escolheu militarismo foi eles mesmo.Babacas assacinos.

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  17. Mais uma vez decepcionado com a Sap.
    Secretaria covarde,enquanto PM e civil é estão passando um pano para os colegas ,estamos abandonados.COVARDES.

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