segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ag. Penitenciário é preso suspeito de atirar em baloeiro, segundo o G1.




Veja no link abaixo:

http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2016/10/seguranca-e-preso-suspeito-de-atirar-em-baloeiro-em-suzano-diz-policia.html

17 comentários:

  1. Tem que meter bala mesmo, como esses vagabundos invadem uma empresa pra pegar balão.

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    1. Mas AEVP não é a mesma coisa que polícia?

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  3. Puts....vai ter muita dor de cabeça.

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  4. Acabou de ser solto na audiência de custódia.

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  5. Sou Asp e gostaria de parabenizar o companheiro pela ação, você agiu mesmo em legítima defesa, estava trabalhando com todo bom pai de família e esses vagabundos tentando invadir o seu local de trabalho para quê !!! Será que só iriam tentar pegar um balão "pois é crime soltar balão", ou será que também iriam tentar furtar algo ou até mesmo atentar contra a vida do trabalhador que também é Aevp !!! Mais uma vez, Parabéns pela iniciativa e pela coragem, pois em primeiro lugar sua vida e da sua família e das pessoas de bem. Se fosse na minha casa que tivesse caído e algum vagabundo tentasse subir no telhado ou pular no quintal, ia levar chumbo também e depois ia soltar os dois pastores alemães que tenho no quintal, só pra aprender a nunca mais invadir a casa dos outros, e que sirva de lição, pra esses desocupados que correm atrâs de balões e atentam contra a segurança e a vida das pessoas, Têm é que levar chumbo grosso mesmo, VAI TRABALHAR Ô BANDO DE VAGABUNDO !!!

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  6. Com tanta biqueira nas ruas do nosso estado, tanto vagabundo aprontando..., prender um trabalhador??? Ajuda nós aí seu Dr...

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  7. Mas asp não é herói??
    Vcs não vivem falando que guarda é herói??
    Não sabia que herois iam presos


    **** Temos que parar com essa conversa fiada de que somos heróis
    Conversa de gente besta
    Somos seres humanos normais que têm um péssimos salario e a maioria preguiça de ler mais de 50 palavras juntas

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  8. Gostaria de perguntar pro Jenis se ação por união de cônjuge o marido e a mulher tem que ser funcionário do estado ou pode ser um do estado e outro do município,gostaria muito de sanar essa dúvida

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    1. Já houve muitos colegas que ganharam a ação de união de cônjuges judicialmente, mesmo o companheiro ou companheira sendo servidor público municipal. Se a SAP negar, entre com um mandado de segurança.

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    2. Não importa se um dos cônjujes é funcionário municipal, estadual ou federal. O requisito legal e constitucional é ser servidor público. Veja um trecho da decisão de um desembargador: "O impetrante, servidor público estadual, agente de escolta e vigilância penitenciária, pugna ato administrativo que indeferiu seu pedido de remoção por união de cônjuges, uma vez que alega cumprir os requisitos legais. O mandado de segurança representa remédio constitucional ágil e eficaz disponibilizado para a correção de ilegalidades, abusos, desvios ou erros praticados por autoridades administrativas. No caso sub examine, há lesão a direito, posto que o impetrante busca remoção por união de cônjuges e preenche os requisitos ínsitos nos artigos invocados da Lei nº 10.261/68, em especial no artigo 130 da Constituição Bandeirante. O direito à transferência por união de cônjuges se
      confere quando preenchidos concomitantemente dois requisitos: ser o cônjuge servidor público e haver disponibilidade de vaga. Os dois requisitos foram comprovados, já que os documentos de fls. 30 e 33 comprovam que o impetrante é casado com servidora pública estadual, bem como o documento de fls. 110 prova que o quadro de agentes penitenciários da cidade de Andradina encontra-se incompleto, inclusive com déficit de 04 (quatro) servidores, o que viabiliza a postulação".
      Ou seja, basta ambos os cônjuges serem funcionário públicos e existir vaga nos lugares pretendidos. As Unidades pretendidas não precisa ser no município de residência ou de trabalho do cônjuge, pode ser nos municípios vizinhos. Colocar no pedido uma lista de unidades pretendidas próximas. A sap vai negar seu pedido, mas isso não importa, o que importa é a ação na justiça. A sap tem 30 dias para dar a resposta no seu pedido, se não responder nada em até 30 dias do protocolo, já pode entrar com ação na justiça alegando descumprimento de prazo da sap, pois se não a sap pode te enrolar até uns 2 anos só para te dar o indeferimento. (entrar com ação de obrigação de fazer no juizado especial de ações contra a fazenda pública é melhor do que o mandado de segurança, pois é mais rápida e pode entrar com essa ação na comarca onde vc mora...) Depois, pode até pedir indenização por danos morais e materiais, pois o governo deixou de fazer uma coisa que é obrigado por lei e pela constituição, causando prejuízo e transtorno para pessoas por pura incompetência, ineficiência ou vaidade.

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    3. "O Secretário da administração Penitenciária indeferiu o pleito administrativo por representar prejuízo ao serviço público, em face da (a) lista de transferência prioritária de agentes, (b) por pleitear município diverso daquele onde seu esposo está lotado e mantém residência e, (c) por permanecer inalterado, desde anterior solicitação, o superávit de agentes na unidade”. Mas a Justiça assim decidiu: "O cerne da controvérsia, como é fácil perceber, está em se averiguar se o dispositivo acima inserto no Estatuto dos Funcionários, ao condicionar a 'transferência por união de cônjuges' à apreciação discricionária da autoridade administrativa, quanto à 'conveniência do serviço', foi ou não recepcionada pela nova ordem constitucional paulista. E a resposta, pelo que entendo, haverá ser negativa. Ora, certamente inspirado pela diretriz emanada da Carta de 1988, que IMPÕE ao Estado 'especial proteção' à família (art. 226, 'caput' da CF), o constituinte estadual galgou à garantia constitucional o servidor em se ver transferido para o local de trabalho de seu cônjuge. E o próprio legislador definiu as condições para que essa transferência fosse compulsoriamente efetivada, sob provocação do funcionário: ser o cônjuge também servidor e desde que haja vaga. Claro está que nem mesmo o legislador ordinário poderá estabelecer requisitos adicionais à concessão do benefício, quiçá um secretário, porque o constituinte deu mostras que se quisesse conferir essa delegação, não teria apontado, de forma minudente, os mencionados pressupostos. É certo, que o 'in fine' do art. 130 da CE, faz remissão à lei ('nos termos da lei'), podendo levar o leitor menos avisado a acreditar ser possível ao legislador ordinário impor requisitos adicionais à 'transferência por união de cônjuges'. Contudo não entende-se dessa forma. Cabe à lei, no caso, apenas ditar regras para a tramitação do benefício, como prazos, autoridades a apreciar os pedidos, etc. Note-se que mesmo que se pudesse admitir que o constituinte paulista, como sustentou o secretário, tenha delegado ao legislador infraconstitucional, a faculdade...

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    4. ... a faculdade de estabelecer requisitos adicionais para a 'transferência por união de cônjuges', essa concessão por óbvio não chegaria ao ponto de se deferir ao administrador (a quem é dirigido a ordem inscrita no art. 130 da CE), a mais ampla discricionariedade para a apreciação do pedido, segundo o critério da 'conveniência do serviço'. Aliás, raciocínio diferente feriria de morte o instituto de 'transferência por união de cônjuges', já que ele em nada se distinguiria do singelo 'pedido de transferência' (lpt), sendo que, tanto num quanto noutro, a autoridade poderia deliberar com a mais absoluta liberdade dentro desta esfera de ampla discricionariedade. Por que, então, se continuaria a manter o instituto da 'transferência por união de cônjuges', se quando o pedido viesse nele fundamentado teria idêntico tratamento do simples 'pedido de transferência'(lpt)?. Diante do dispositivo de hierarquia superior (art. 130 da CE), sucumbe a regra inserta no final do art. 235 do Estatuto dos Funcionários Públicos, não sendo lídimo ao administrador indeferir o pedido de 'transferência por união de cônjuges', quando, como no caso, existente vaga no lugar pretendido. E nem se diga que presentes os requisitos constitucionais e não ouvida a autoridade administrativa sobre a 'conveniência' da 'transferência por união de cônjuges', poderia o deslocamento ser realizado em afronta ao interesse público. Ora, no caso, este interesse é presumido pela norma constitucional, em face da existência de vaga (por que então teria sido criada a vaga se não haveria interesse na sua ocupação?) e mesmo pelo fato de o casal estar labutando proximamente, os transtornos causados pelo deslocamento constante, por certo, prejudicariam o próprio desempenho profissional. Ou seja, da comparação entre preceito constitucional e a discricionariedade da Administração, deve prevalecer aquele (preceito constitucional).

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  9. FUNDÃO

    AH QUANDO OLHO PARA ESSAS FOTOS
    BATE FORTE MEU CORAÇÃO;
    SINTO O CHEIRO DA MINHA TERRA...
    SINTO SAUDADES DO MEU FUNDÃO.

    ALI 'PERTIN' TEM O TUCUNARÉ
    QUE BANHA NAS ÁGUAS DO PARANAZÃO;
    TEM CAJÚ E CAQUI QUE DÁ GOSTO
    E MANGA UBÁ AO ALCANCE DA MÃO.

    LÁ TAMBÉM TEM CHEFE CARRASCO
    TEM MUITA VISITA E MUITO LADRÃO;
    MAS, QUE SE DANE O PIQUI DE GOIÁS
    EU QUERO É VOLTAR PRO MEU FUNDÃO.

    JENIS DE ANDRADE NOSSO QUERIDO,
    NOSSO AMIGO, NOSSO IRMÃO;
    A SORRIR AQUI NESSA 'DISGRAÇA'
    EU PREFIRO CHORAR NO FUNDÃO.

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    1. Valeu pela poesia Wiltinho, rsrs, mas as fotos estão em outra postagem, abraço

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    2. tinha que ser o lindo, princeso

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  10. Kkkk da hora!
    Como disse a dias atrás:
    Hoje vejo minha terra como o jardim do éden.

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