quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Microcelulares são comuns em presídios de SP, segundo O Globo.




Enquanto não tiver SCANNER CORPORAL em todas unidades, será como enxugar gelo, quanto mais tiramos celular das unidades mais vai chegar.

Veja a matéria do Globo na íntegra:
Microcelulares são comuns em presídios de SP
Do tamanho de uma tampa de caneta, eles são levados dentro do corpo

POR O GLOBO 04/01/2017 4:30 / atualizado 04/01/2017 8:06


Microcelulares são comuns em presídios de SP - Reprodução internet


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Foto: Givaldo Barbosa/19-12-2016 Maia comemora apoio do PSDB, mas diz que sua candidatura ainda precisa amadurecer 04/01/2017 19:26
SÃO PAULO - Um aparelho de plástico com apenas 6 centímetros, quase do tamanho de uma tampa de caneta, aparece cada vez mais em apreensões feitas em unidades prisionais de São Paulo. Apesar de não haver números oficiais sobre a apreensão desse tipo de aparelho, agentes penitenciários chegam a mencionar anonimamente, na internet, a entrada de 30 microcelulares por fim de semana em uma das 160 unidades prisionais paulistas.

Na internet, esses microcelulares, produzidos na China e trazidos ilegalmente para o país, custam cerca de R$ 300 e podem ser comprados livremente. Os visitantes dos presos levam os aparelhos dentro do corpo. Além da apreensão de microcelulares, os agentes de São Paulo também registram tentativas de entregas a presos de dezenas de celulares comuns a cada fim de semana.

Agentes de um Centro de Progressão Penitenciária (CPP) em Tremembé, por exemplo, chegaram a apreender mochilas carregadas com 152 celulares e 115 carregadores, em junho do ano passado.

Os aparelhos estavam com dois homens que pularam o muro do presídio, cortaram o alambrado e chegaram à parte interna da unidade, onde ficam os presos do regime semiaberto.

Uma mulher foi flagrada na véspera de Natal tentando entrar com o aparelho escondido na genitália em um Centro de Detenção Provisória São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. A foto divulgada pelo órgão mostra que o aparelho, que a visitante queria entregar ao marido preso, é menor que um isqueiro descartável.

Na penitenciária de Presidente Bernardes, também no interior de São Paulo, foram foram encontrados dois desses aparelhos celulares e fones de ouvidos escondidos no corpo de três visitantes.

De acordo com os números da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, as apreensões de celulares tiveram queda de 16,5% no primeiro semestre do ano passado, comparado ao mesmo período de 2015. Foram 7.302 casos contra 6.091 ocorrências no ano passado nos regimes fechado e semiaberto.




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