domingo, 30 de abril de 2017

A diferença entre um protesto partidário e um protesto em defesa de direitos.

Independente do que você achou das manifestações do dia 28 de Abril e do que você achou do impeachment da ex presidente Dilma, há de se concordar que a mensagem abaixo não está errada.





6 comentários:

  1. Chega de porta de paz e Pt,Agora é Bolsonaro 2018

    ResponderExcluir
  2. INFELIZMENTE ONDE TEM BANDEIRA VERMELHA, ESTAREI FORA. OS SINDICATOS FORAM AS RUAS COM UMA MAQUIAGEM, POIS NA VERDADE ELES ESTÃO "BRAVINHOS" PORQUE O GOVERNO EXTINGUIU A CONTRIBUIÇÃO OBRIGATÓRIA. GRAÇAS A DEUS E SINDASP, ME DEVOLVA O DINHEIRO DE 15/17.

    ResponderExcluir
  3. Tentei localizar um texto que li na Internet mas infelizmente não consegui. Nele o relator da reforma trabalhista (Rogério Marinho (PSDB-RN)), diz textualmente que está acabando com a contribuição sindical obrigatória (o que sou absolutamente favorável em gênero, número e grau) mas que tinha deixado escapar este fato (fim da contribuição) para a imprensa porque as pessoas iriam comemorar e não prestariam muita atenção nas outras mudanças que ele estava propondo. São estas outras mudanças que me preocupam.emanuel

    ResponderExcluir
  4. Para tudo! Guarda é rico desde quando??? Algum guarda é latifundiário, industrial, etc? Tem algum guarda que é dono dos meios de produção ou vive de renda??????? NÃO! Somos servidores públicos extremamente mal remunerados e que trabalhamos demais em um ambiente extremamente inóspito!!! Que servidor numa condição dessa seria favorável a retirada de qualquer direito seu???? SÓ O GUARDA PÉ VERMEIO BOLSONARETE!!!!!!! Pô, vocês são burros assim mesmo????

    ResponderExcluir
  5. Quando disse que o relator tinha deixado vazar para a imprensa a ideia de se acabar com a contribuição sindical obrigatória para que nos esquecêssemos de outros pontos da reforma trabalhista, estava me referindo, dentre outras coisas, aos tipos de alterações que pretendem fazer e já começaram a se movimentar neste sentido. Observo, por oportuno, que as alterações abaixo não estão neste projeto votado na Câmara, mas o "espírito" das leis é o mesmo.Emanuel
    "(... )A intenção é restringir o poder da Justiça do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho e alterar normas para permitir, por exemplo, que o empregador deixe de pagar salário ao empregado do campo. Nesse caso, a remuneração poderá ser feita por “qualquer espécie”, como alimentação e moradia. As informações são do Valor Econômico.

    Para não aumentar ainda mais a resistência à sua proposta, o relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho (PSDB-RN), deixou de fora 192 mudanças legislativas reivindicadas pela bancada ruralista. Esses itens, agora, serão rediscutidos em um projeto do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), coordenador da frente parlamentar.

    Veja o projeto de lei de Nilson Leitão

    Segundo o Valor, o texto aumenta para até 12 horas a jornada diária por “motivos de força maior” e permite a substituição do repouso semanal dos funcionários por um período contínuo, com até 18 dias de trabalho seguidos. Autoriza, ainda, a venda integral das férias dos empregados.

    ResponderExcluir



Seu comentário é bem vindo, porém não será postado caso o moderador entenda que existam ofensas ou que não se aplique ao assunto da postagem.
Identificando-se, sua crítica, favorável ou contrária, terá mais credibilidade e respeitabilidade junto aos leitores.

Comente a postagem, para perguntas ou bate papo com o autor do BLOG,
jenisdeandrade@yahoo.com.br,
Jenis de Andrade no Facebook.