quarta-feira, 5 de abril de 2017

STF proíbe GREVES de todas as carreiras policiais. Você já fez GREVE?


Se já fez, parabéns, pois agora ficará difícil.

Se você participou de greve até a data de ontem, não se preocupe com essa mudança, pois essas decisões ou leis não podem retroagir para prejudicar, agora precisamos ver outras formas de protestar e mostrar nossas indignações.



Fonte: G1


Supremo Tribunal Federal proíbe greves para todas as carreiras policiais
Ao julgarem direito de greve para policiais civis, ministros declararam inconstitucionais paralisações de todos servidores de órgãos de segurança. Caso terá repercussão geral no Judiciário.
Por Fabiano Costa, G1, Brasília
05/04/2017 12h09 Atualizado há 1 hora
STF decide que policiais de todas as categorias estão proibidos de fazer greve

Por 7 votos a 3, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) declararam nesta quarta-feira (5) inconstitucional o direito de greve de servidores públicos de órgãos de segurança e decidiram proibir qualquer forma de paralisação nas carreiras policiais.
Embora tenha proibido as greves nas polícias, a Suprema Corte também decidiu, por maioria, que o poder público terá, a partir de agora, a obrigação de participar de mediações criadas por entidades que representam servidores das carreiras de segurança pública para negociar interesses da categoria.
A decisão do STF terá a chamada repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida por todas as instâncias da Justiça.
"Algumas atividades do Estado não podem parar de forma alguma. E a atividade policial é uma delas" (José Bonifácio de Andrada, vice-procurador-geral da República)
A inconstitucionalidade das greves de policiais foi declarada no julgamento de um recurso apresentado pelo governo de Goiás contra uma decisão do Tribunal de Justiça do estado que havia considerado legal uma paralisação feita, em 2012, por policiais civis goianos.
No processo, diversas entidades se manifestaram contra a possibilidade de greve por agentes de segurança, com base no artigo 142 da Constituição, que proíbe sindicalização e greve de integrantes das Forças Armadas.
Desde 2009, diversas decisões de ministros do STF consideraram ilegais as greves de policiais militares, civis e federais, sob o argumento de que representam risco para a segurança pública e para a manutenção da ordem.
A advogada-geral da União, Grace Mendonça, defendeu no julgamento desta quarta-feira o recurso que pedia a inconstitucionalidade das greves de policiais civis.
“A paralisação de policiais civis atinge na essência a própria razão de ser do Estado, que é assegurar efetivamente à população a segurança. E mais, segurança essa que a Constituição Federal preserva e insere como valor mais elevado”, defendeu na tribuna do STF a chefe da Advocacia-Geral da União.
Representante do Ministério Público na sessão, o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio de Andrada, também se manifestou contra as paralisações de policiais civis.
"Não é cabível, compatível algum tipo de paralisação nessa atividade, como também não é admissível paralisação nos serviços do Judiciário, do Ministério Público. Algumas atividades do Estado não podem parar de forma alguma. E a atividade policial é uma delas", ponderou Bonifácio de Andrada.
No julgamento desta quarta-feira, votaram para proibir as greves de policiais os ministros Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.
Por outro lado, o relator do caso, ministro Edson Fachin, e os ministros Rosa Weber e Marco Aurélio Mello se manifestaram pela constitucionalidade das paralisações de policiais, desde que fossem impostos limites às greves. O ministro Celso de Mello não participou do julgamento.
Votos dos ministros
Relator do recurso, o ministro Edson Fachin foi o primeiro magistrado a se manifestar no julgamento desta quarta. Ressaltando que o direito de greve estava diretamente relacionado à “liberdade de reunião e de expressão” prevista na Constituição, ele se posicionou favorável à legalidade dos movimentos grevistas de policiais civis, mas sugeriu que o tribunal determinasse limites às paralisações.
O ministro Edson fachin, relator da ação que questionava as greves de policiais civis (Foto: Carlos Moura / STF) O ministro Edson fachin, relator da ação que questionava as greves de policiais civis (Foto: Carlos Moura / STF)
O ministro Edson fachin, relator da ação que questionava as greves de policiais civis (Foto: Carlos Moura / STF)
Entre as regras defendidas por Fachin para que os policiais tivessem assegurado o direito à greve estavam a prévia comunicação do movimento ao Judiciário, a definição de um percentual mínimo de servidores que deveriam ser mantidos em suas funções e o corte de ponto, desde que a motivação da paralisação não fosse o atraso no pagamento dos vencimentos.
Ele ainda propôs que policiais civis ficassem proibidos de portar armas e distintivos em manifestações ligadas a movimentos grevistas.
“Em meu modo de ver, a solução para o presente caso pode e deve ser diversa. Embora a restrição do direito de greve a policiais civis possa ser medida necessária adequada à proteção do devido interesse público, na garantia da segurança pública, a proibição completa do exercício do direito de greve acaba por inviabilizar o gozo de um direito fundamental”, defendeu o relator.
O ministro Alexandre de Moraes abriu a divergência que declarou inconstitucional as paralisações de policiais (Foto: Carlos Moura / STF) O ministro Alexandre de Moraes abriu a divergência que declarou inconstitucional as paralisações de policiais (Foto: Carlos Moura / STF)
O ministro Alexandre de Moraes abriu a divergência que declarou inconstitucional as paralisações de policiais (Foto: Carlos Moura / STF)
Ao votar na sequência de Fachin, o ministro Alexandre de Moraes - que já atuou como ministro da Justiça e secretário de Segurança Pública de São Paulo - discordou da recomendação do relator pela legalidade dos movimentos de policiais civis e abriu uma divergência.
O mais novo magistrado do Supremo defendeu que o tribunal declarasse a inconstitucionalidade de todas as paralisações de servidores públicos de órgãos de segurança, conforme está previsto no artigo 144 da Constituição.
A carta constitucional classifica como integrantes dessas carreiras, além dos policiais civis e militares, os policiais federais, policiais rodoviários federais e bombeiros militares.
Em meio a sua fala, Moraes comparou um Estado em que a polícia está em greve a um Estado anárquico.
“Não é possível que braço armado do Estado queira fazer greve. Ninguém obriga alguém a entrar no serviço público. Ninguém obriga a ficar”, ressaltou o ministro.
“É o braço armado do Estado. E o Estado não faz greve. O Estado em greve é um Estado anárquico. A Constituição não permite”, complementou Moraes.
'Homem lobo do homem'
Luis Roberto Barroso foi o primeiro ministro a acompanhar a divergência aberta por Alexandre de Moraes. Ao votar, Barroso afirmou aos colegas do tribunal que seu voto a favor da proibição das greves de policiais foi influenciado pela recente paralisação de PMs no Espírito Santo.
Em fevereiro, o estado ficou sem policiais militares nas ruas por sete dias por causa do protesto de familiares na porta dos quartéis. Nas ocupações, as mulheres dos policiais alegavam que eram elas que estavam no comando da paralisação. Para as autoridades, entretanto, essa era uma tentativa de encobrir o que, supostamente, seria um motim dos PMs.
Durante a paralisação dos policiais capixabas, aumentaram os índices de mortes violentas no estado e houve dias em que o comércio deixou de funcionar com medo da insegurança.
Também em fevereiro, parentes de policiais militares no Rio de Janeiro iniciaram um movimento como o do Espírito Santo. A Polícia Civil e os bombeiros do estado também fizeram paralisações no período.
Segundo Barroso, esses recentes episódios demonstram que não é possível garantir um “caráter absoluto” do direito de greve para policiais. Ele, então, afirmou que acompanharia o voto de Moraes, que proibia irrestritamente as paralisações de servidores diretamente ligados à segurança pública, mas sugeriu que o poder público passasse a ser obrigado a participar de eventuais negociações com representantes da categoria policial.
“Nós testemunhamos os fatos ocorridos no Espírito Santo, em que, em última análise, para forçar uma negociação com o governador, se produziu um quadro hobbesiano, estado da natureza, com homicídios, saques. O homem lobo do homem. Vida breve, curta e violenta para quem estava passando pelo caminho”, enfatizou.





55 comentários:

  1. Vamos debater esse assunto aqui, já que dificilmente teremos esclarecimentos que podemos confiar vindo dos sindicatos, eles estão na verdade comemorando.

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    1. Pelo menos agora o governo será obrigado a sentar com a categoria para negociar possíveis aumentos salariais, mas como sabemos só vai ficar na reunião.

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    2. Jenis, infelizmente vivemos em um país onde os governantes não estão preocupados com o povo, mas sim com todo dinheiro que eles conseguem arrecadar para benefícios próprios.
      Vivem dando migalhas de vez em quando para "silenciar" a revolta de vez em quando e quando querem impor algumas maldades, jogam todas de uma vez. Maquiavel já citava essa mentalidade no século 15.
      Não devemos esperar nada dos sindicatos, NADA.

      Estamos perdendo todos nossos direitos e cada vez mais temos que "pagar" por nossas obrigações, nos tornamos uma nação de bananas.

      Você sabe o que eu quero dizer, está no sistema há um bom tempo e as coisas estão apenas piorando.

      É aquela velha história, "vamos nessa, o último que sair apague a luz".

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    3. Verdade Jenis, esses caras do sindicato tao felizes da vida com essa decisão,tão pensando tipo assim oh,,, pô meu, graças a DEUS ao senhor moraes, já não faziamos greve de verdade mesmo, agora que não faremos meeesmo, nemadianta o filiado reclamar,,, desfiliação já galera.

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  2. o representante do pcc no stf ja esta trbalhando a favor da facção

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    1. Estude e mude de profissão se não está satisfeito, pau mandado do Estado !

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  3. Gente e so nos ASP's dscermos todos para carceragem, sem motoristas nao tem forum e sem gente na administração a cadeia trava, ai quero ver o supremo julgar inconstitucional o agente estar fazendo exatamente o serviço pelo qual foi contratado

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  4. Ainda os guardas querem virar policia....Ah vá...

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  5. Como não fazemos parte de porr...nenhuma então podemos faze. Não fazemos parte da segurança, Não fazemos parte do artigo 144 da constituição, não policia . Então temos o direito de fazer greve. Bom, do jeito que o STF é ligeiro e capaz de aprovar a Polícia Penal so pra ferrar a gente.

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    1. Para nos anular, regularizar ou punir (Deveres), somos enquadrados sob o signo de "policia" , diga-se ao" RTP", Regime de Trabalho Policial", para efeito de Direitos, somos meros servidores públicos, , "uma moeda", duas faces". Para efeito de Lei Maior, Constitucional, "não existimos como profissionais". Não há registro ou classe no MTE (Ministério do Trabalho e Emprego)", são funções e tarefas de caráter estatal ou federal, porem Criados e normatizados por Leis e Decretos dos mesmos Órgãos Estaduais ou Federais ( já foi também no passado, de caráter municipal, depois cancelado e normatizado ao nível de estados) ou seja, necessita e carece de inclusão e reconhecimento Constitucional, ja´que é função inerente e exclusivo de poder de estado. Por isso cada Estado lota o serviço subsidiado em Secretarias diferentes, justiça, cidadania, segurança pública, etc, etc, a bel prazer e conveniências de seus governantes. Uma solução é a PEC 308/04, que poderá

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    2. Seção II
      ATIVIDADES ALIADAS E CONEXAS AO SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA.

      Art. 144-C. Como atividades aliadas e conexas ao sistema de segurança
      pública, os seguintes organismos:
      I – Estatais:
      a) os agentes e guardas dos sistemas penitenciários e prisionais;
      b) os agentes e guardas portuários;
      c) as guardas municipais;
      d) os integrantes de outros órgãos e entidades estatais, cujas atividades
      regulamentares sejam análogas e envolvam risco de vida.

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    3. Anônimo quinta-feira, abril 06, 2017 8:38:00 AM. Isso que você postou é apenas um projeto de emenda a constituição, não é lei.Asp pode fazer greve sim.

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  6. Ok Jenis, mas agente penitenciário, que se sabe, ainda não tem estátus de polícia, embora se lute para a conquista de tal.Como fica nesses casos? Ou no caso do ônus é polícia, já no bônus...

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  7. Não somos policial, então vamos a greve!!!!! Ah me esqueci dá multa diária de 100 mil para o famoso sindicato que nos representa no desconto sindical!

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  8. O Agente de Segurança Penitenciária não é polícia, apesar de exercer função de Polícia. Portanto, poderá fazer greve normalmente. A lei abrange PM, Civil, Federal, Bombeiros. Todos dá Segurança Pública.
    O ASP não é dá Segurança e sim SAP. Vai segurando....

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    1. Seção II
      ATIVIDADES ALIADAS E CONEXAS AO SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA.

      Art. 144-C. Como atividades aliadas e conexas ao sistema de segurança
      pública, os seguintes organismos:
      I – Estatais:
      a) os agentes e guardas dos sistemas penitenciários e prisionais;
      b) os agentes e guardas portuários;
      c) as guardas municipais;
      d) os integrantes de outros órgãos e entidades estatais, cujas atividades
      regulamentares sejam análogas e envolvam risco de vida.

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    2. O cara ta postando um art 144-c que nem existe, não passa de um projeto de emenda a constituição.

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  9. Mas agente penitenciário faz parte da segurança pública isso irá atingir nossa categoria alguém tire minha dúvida.

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  10. Mas somos dá segurança pública, pelo que eu sei nao estamos no artigo 144 dá constituição federal.

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    1. Aí é que vc se engana, somos policiais SIM quando o fumo vem mas deixamos de ser policiais quando ser policial é benéfico! Além disso, CF 88? Oq é isso? O judiciário e até o STF já rasgaram ela tantas vezes que esse livrinho aí não está valendo nada mais!!! Te garanto que vão decidir que não estamos no artigo 144 por mero acaso mas que desempenhamos funções de polícia, sem a parte positiva disso, e pau no lombo do guarda!

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    2. Pode ter certeza que para enquadrar nessa regra agora fazemos parte da constituição , essa que somente é utilizada para prejudicar os trabalhadores corretos , pois também esta na constituição a reposiçao anual no vencimento do servidor , porem aqui em são Paulo estamos a quase 3 anos sem reajuste e agora proibidos de fazer greve e cobrar os direitos

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    3. Seção II
      ATIVIDADES ALIADAS E CONEXAS AO SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA.

      Art. 144-C. Como atividades aliadas e conexas ao sistema de segurança
      pública, os seguintes organismos:
      I – Estatais:
      a) os agentes e guardas dos sistemas penitenciários e prisionais;
      b) os agentes e guardas portuários;
      c) as guardas municipais;
      d) os integrantes de outros órgãos e entidades estatais, cujas atividades
      regulamentares sejam análogas e envolvam risco de vida.

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    4. Esse art 144-c não existe, isso é um projeto de emenda a constituição, asp não é policia e pode fazer greve.

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  11. Agente de Segurança Penitenciária ou Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária, NÃO são policiais, nem sequer estão listados na Constituição, sendo assim, essa decisão do STF nada interfere.

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  12. Primeiro,não estamos inseridos no artigo 144 da constituição, aliás em nenhum artigo desta constituição, segundo,não fazemos parte da segurança pública, pelo menos é o que o picolé de xuxu acha,somos do cabide de emprego da administração penitenciária, terceiro,não somos policiais,não temos essa nomenclatura,pec 308 já virou lenda,com esses políticos" ladrões" é mais fácil ver leis sendo aprovadas para defender ladrão do que os agentes,afinal 99℅ deles são ladrão, então continua vida normal para os guardas,sindicatos roubando até a puta que os paril,levando dinheiro do sócio otário e do desgoverno,para não fazermos greve,no mais é só fumo pro guarda!!!!!!!!

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  13. Estes mesmos 7 membros do Supremo poderia obrigar os governos a cumprir a lei da reposição salarial anual e o cumprimento da data base. Lei é para todos sem distinção de pessoa ou poder que ela exerça.

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  14. Pra termos direitos não somos profissionais de segurança pública, pra nos prejudicar somos policiais, isso é o reflexo da bagunça que está nosso país!

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  15. Quando é coisa boa nós não somos policia. Aí não pode....Quando e pra fudeu aí nós somos policia...E foda...Não somos nada mesmo....

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  16. ate que enfim alguem lembrou que existe agente de segurança penitenciaria, ta certo que é pra nos ferrar mas lembraram de nós, temos direito a ficar quase 4 anos sem repasse da inflaçao, que seria o minimo, isso o supremo nao ve , pobres guardas

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  17. Ainda bem que não somos policia.

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  18. Não somos policial, então vamos a greve!!!!! Ah me esqueci dá multa diária de 100 mil para o famoso sindicato que nos representa no desconto sindical!

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  19. Para nos anular, regularizar ou punir (Deveres), somos enquadrados sob o signo de "policia" , diga-se ao" RTP", Regime de Trabalho Policial", para efeito de Direitos, somos meros servidores públicos, , "uma moeda", duas faces".Por isso a definição exata em dos termos , tal como a pec 308/04 ou definição e criação de uma categoria profissional no MTE, pois qdo fazemos a declaração de imposto de renda, temos que escolher a opção" Administração Direta de Estados e Municípios e Distrito Federal, e escolher somente " e outros" e digitar a secretaria, pois a função atividade, "não existe registro como orgão de classe reconhecida pelo MTE(Ministério do Trabalho e Emprego", ou seja, uma das profissões mais antigas do mundo, teoricamente "não existe", entenda-se como "função estra, normatizada por leis e decretos estadual e no caso do federal de lei e decreto federal. Incrível não??

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  20. Não somos polícia, não somos da SSP, e não podemos fazer greve, então que valorize a classe ou passe para á SSP, minha humilde opinião.

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    1. Irmão, SSP não, pelo amor de Deus. Sou do tempo em que pertenciamos a "justiça", ai sim o salario era muito bom.

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  21. Tem que fazer chover AÇÕES JUDICIAIS para correção salarial e mandados de injunção, já que não podemos fazer greve então vamos entupir o rabo daqueles fdp de processo

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  22. Este pais não e serio,incluiram os agentes penitenciarios na categoria de segurança publica ,porque eles sabem que se todos os agentes se unissem a nível nacional e fizessem uma greve geral iria ser uma catástrofe nacional.eles tem que aprovar a pec 308/2004,eles não tem alternativa .

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  23. FALOU TUDO , NÃO ESTAMOS NO ROL DA SEGURANÇA PÚBLICA , GREVE À VONTADE.

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  24. E os agentes de segurança penitenciária entram nessa?

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  25. O fim do sindicalismo e dá contribuição sindical

    O mais novo magistrado do Supremo defendeu que o tribunal declarasse a inconstitucionalidade de todas as paralisações de servidores públicos de órgãos de segurança, conforme está previsto no artigo 144 da Constituição. Mais tarde, Moraes disse a jornalistas que a restrição de greve se estenderá também aos agentes penitenciários, escolta.(apoio) São defesas aos policiais militares a sindicalização, a greve e a filiação política partidária, bem como também aos integrantes das Forças Armadas, consoante estabelecem os § § 5º e 6º, do Art. 42 da Constituição Federal de 1988. Contudo nos agentes, ASP e AEVP, (UMA VEZ incluso, vira jurisprudência, em não aderir a greve, ser sindicalizado, filiação partidaria e no desconto dá contribuição sindical.) 
    Somos forças auxiliares, ou seja; subordinam se juntamente as forças policiais ao estado, município e federação, Com isso anula se a contribuição sindical é a filiação sindical e todo tipo contribuição sindical, pq os agentes penitenciários foram incluídos, que no entendimento fazemos parte pois seguimos hierarquia e servimos ao estado que tem manter a ordem pública.

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  26. Somos forças auxiliares, subordinam-se juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos estados, do distrito federal é dos territórios.
    Sendo assim entendamos que não há necessidade dá arrecadação sindical, e filiação

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  27. Como pode? O ASP só fica com a parte pior de "ser da Segurança Pública", a parte melhor como aumento de salário semelhante aos policiais (para o ASP sempre é menor), carga de arma de fogo, reconhecimento no Art. 144 da Constituição, aposentadoria especial aos 30 anos sem perca salarial e sem cair de classe, etc. aí a gente fica de fora. Quando é para beneficiar, sempre vem a frase que não somos polícia"", mas pagamos o mesmo preço. Que arbitrariedade! Só aqui nesta bosta de País!

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  28. E tem ASP que acha que virar Policia Penal é um grande lucro. Até hoje ninguem conseguiu me explicar com clareza de detalhes o que sera bom se passarmos para essa nova classe.

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  29. SINDASP, SINDICOP e SIFUPESP temos três sindicatos que já não fazem nada e nos deixam com 31 meses sem reajuste salarial e ainda temos que pagar a contribuição sindical retroativo a 2013.

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  30. A polícia e o Governo sabem que não somos policiais.
    Alguns frustrados insistem que são polícia, parem com isso.
    Eu sou ASP com orgulho, ando armado, mas sei que não sou policial.
    O porte de arma é para defesa: Juízes, promotor, Fiscal, Guarda portuário e os Agentes Penitenciário não são policiais e sim tem permissão de portar arma, para resguardar a integridade física.
    Portanto, quem quer ser Policial que faça o concurso, mas não usurpar função, pois além de feio é crime.

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  31. segue o trecho da materia do G1, Alexandre de Moraes defende que sim, se estenda aos agentes penitenciarios.

    "O mais novo magistrado do Supremo defendeu que o tribunal declarasse a inconstitucionalidade de todas as paralisações de servidores públicos de órgãos de segurança, conforme está previsto no artigo 144 da Constituição. Mais tarde, Moraes disse a jornalistas que a restrição de greve se estenderá também aos agentes penitenciários."

    http://g1.globo.com/politica/noticia/maioria-do-stf-vota-para-proibir-greve-para-todas-as-carreiras-policiais.ghtml

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  32. Vamos ver, 11 folgas anuais SAP, 06 abonadas, 03 doacoes de sangue, duas ferias de 15 dias, trabalha um dia sim e outro nao, e ainda estao reclamando, kkkkk vão trabalhar guente

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    1. Vc. esqueceu que quando chega a sexta parte, só LM LICENÇA MIGUELAGEM até completar 30 anos de contribuição, ou chegar nos secenta vai vendo....

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  33. greve se faz cortando visita ,e não pegando jumbo,de resto tudo normal a famlía dos presos farão a verdadeira greve pra vcs

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    1. Concordo...basta cumprir a lei de execução penal à risca, tipo "operação padrão", e deixe o resto com os familiares de presos.

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  34. Pra ninguem somos POLICIAIS, pra nada estamos NESTA CATEGORIA; AGORA PRA DIREITO DE GREVE NOS ENQUADRAMOS! SINDICADO DE MERDA.

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  35. PARA O DES GOVERNO SOMOS POLICIAIS! UNS ASPs OUTROS AEVPs,MAS ........COM C CREDRILHA!!!!!!!

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  36. O estado só escuta o PCC. Corta as regalias dos presos e deixa o PCC negociar com o Santo. Tipo, melhora aí pro agente que tá ruim pra nós doutor

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  37. O asp nem foi citado e já fica se incluindo, asp não é policia, podemos fazer greve a vontade, só quero ver a coragem.

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