segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Assassinatos de PMs paulistas foi notícia no New York Times. Matéria diz que pobreza está assassinando policiais no Brasil





Realmente, concordo em partes com a matéria, devido a realidade que PMs, PCs e nós servidores penitenciários vivemos, deveríamos receber pelo menos uns 5.000,00 inicial, porque deveríamos ter carros blindados, morar nas melhores áreas das cidades(geralmente tem mais segurança), não podemos ter vida sócio cultural nas "quebradas", então temos que frequentar lugares da elite(geralmente tem mais segurança), ter nossos filhos nas melhores escolas(geralmente tem mais segurança), ou resolva essa p... de INSEGURANÇA que vivemos em São Paulo.
Para os que me criticarem, imagine como é péssimo você e seus filhos não poderem nem sair de casa, simplesmente porque é um agente público de segurança...



Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/ny-times-pobreza-esta-assassinando-policiais-no-brasil

NY Times: Pobreza está assassinando policiais no Brasil

Baixos salários e plano de carreira falho são alguns dos fatores para a escalada da violência contra policiais em SP, afirma colunista do jornal americano


Talita Abrantes, de


Marcelo Camargo/ABr




Policial Militar em operação em bairros da zona oeste de São Paulo no início de novembro


São Paulo – As falhas no plano de carreira e a política de remuneração da polícia são apontadas como as principais razões para a onda de mortes de policiais no estado de São Paulo nos últimos meses. É o que afirma o pesquisador Graham Willies em artigo publicado na edição de hoje do Sunday Review, caderno dominical do jornal americano The New York Times.




“Muitos dos atuais policiais foram amigos de infância ou colegas de classe dos integrantes do crime organizado”, escreve Willies. “E, em alguns casos, ele ainda são vizinhos ou moram do outro lado da rua dos criminosos”.

E é essa proximidade que têm colocado as vidas de muitos policiais em risco, segundo o colunista. Ele menciona que boa parte dos crimes contra policiais aconteceu nas vizinhanças da residência de onde as vítimas moravam, nas regiões mais pobres da cidade. Detalhe: enquanto eles estavam fora de serviço.

“Enquanto cumprem seu dever, eles estão bem protegidos, mas, fora do expediente, eles não possuem nenhuma segurança”, afirma Willies – embora vivam lado a lado com muitos membros de facções criminosas como o PCC.

“Os policiais não podem fazer jus às expectativas públicas enquanto estão preocupados em esconder suas próprias identidades”, diz. “A abordagem das políticas de segurança pública deve refletir esta realidade. Elevar salários e remover as barreiras de [crescimento] na carreira seria útil”.

Além disso, valorizar a imagem da força policial na comunidade também pode ser eficaz, na opinião dele. “Um caminho é devolver aos policiais o respeito na própria comunidade através de serviços comunitários”, diz.

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