domingo, 2 de junho de 2013

Prisões dominadas pelo PCC ajudam detentos a ampliar a rede criminal, segundo o ESTADÃO.

Nós servidores, sempre dizemos que os homicídios não diminuíram pela eficiência da segurança pública, como brada o governo de SP. Lembro que toda máfia que se profissionaliza quer ganhar a simpatia da sociedade para ampliar seus lucros. Agora temos uma doutora em sociologia que faz coro com muita coisa que dizemos e lançará um livro sobre o assunto.



Livro  será lançado dia 05/06/2013 já é tema de diversas matérias jornalística e televisiva.

Veja matéria do Estadão: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,networking-do-xadrez,1037828,0.htm

 

Prisões dominadas pelo PCC ajudam detentos a ampliar a rede criminal

01 de junho de 2013 | 16h 27
 
Bruno Paes Manso

Em abril, São Paulo ultrapassou a casa dos 200 mil presos. Eles se amontoam em apenas 102 mil vagas disponíveis no sistema penitenciário paulista. Quais os resultados dessa política de encarceramento em massa? A socióloga Camila Nunes Dias, que lança na quarta-feira o livro PCC – Hegemonia nas Prisões e Monopólio da Violência (Editora Saraiva), em que descreve o papel da facção nas prisões de São Paulo, mostra como os efeitos colaterais do remédio (a pena de privação de liberdade) podem, muitas vezes, ser piores que a própria doença a ser curada (o crime). Diante da força do PCC, ela afirma que o sistema penitenciário vive um impasse.
Atualmente, em vez de ser o instrumento de punição para coibir os crimes, o sistema prisional tornou-se etapa importante para ascensão no universo criminal. Nos presídios, graças aos longos tentáculos sociais do PCC, os criminosos ampliam as oportunidades de fazer contatos com quadrilhas organizadas. Para eles, as prisões, assim, deixam de ser vistas como ameaça e se transformam em oportunidade para o sucesso na carreira.
O PCC, ao mesmo tempo, garantindo a ordem no cárcere, acaba se fortalecendo e ampliando sua legitimidade entre os criminosos. Desatar esse nó, segundo ela, é um dos maiores desafios da política de segurança pública nos dias de hoje.
Mais forte
"A maior prova de força atual da facção é a capacidade do PCC de manter a ordem social nas prisões, a despeito das péssimas condições do encarceramento. Celas de 12 lugares têm 50 presos. A situação é muito precária no sistema e o PCC segura os motins e rebeliões. Se o PCC representasse minimamente a população carcerária, a gente teria hoje rebeliões maciças por melhores condições nas prisões. Mas, em vez disso, o PCC se tornou um ator político que mantém certa ‘acomodação’ com o Estado. O que o PCC ganha em manter a calma no sistema? As principais lideranças do PCC estão cumprindo pena em unidades comuns, em vez de serem mandadas para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). Enquanto a maioria dos Estados manda seus criminosos para presídios federais, São Paulo não manda.
Ordem nos presídios
"Irmãos do PCC fazem a mediação de diversos tipos de conflitos nos presídios: resolvem problemas com visitas, com comida, etc. Em algumas unidades eles controlam o acesso a bens materiais, como itens de higiene e medicamentos. Muitas vezes, a administração prisional passa os medicamentos para que eles distribuam à população carcerária. Isso vai depender da unidade. As lideranças têm um papel muito importante na regulação dos conflitos que ocorrem na prisão, no acesso a bens materiais básicos e de produtos ilícitos, como maconha, cocaína e bebidas alcoólicas. A administração prisional acaba muitas vezes legitimando os presos como seus interlocutores. Eu testemunhei um problema que houve na cozinha de um presídio. O responsável da administração teve que conversar com o piloto do PCC para autorizar a tirar o detento que estava dando problema.
Alcance nacional
"O PCC passa por três fases. A primeira, quando ele nasce, em 1993, até 2001, quando ocorre a primeira megarrebelião. O PCC começa a se expandir pelas unidades prisionais pelo uso recorrente da violência. Havia decapitações e outras formas de matar. A partir da primeira megarrebelião, o PCC mostra a cara. A reação do Estado foi sobretudo a criação do Regime Disciplinar Diferenciado, que nunca cumpriu o objetivo de desarticular o PCC. Em 2006, ocorrem novos ataques, em maio, fase que se caracteriza pela consolidação do PCC, não só dentro como fora das prisões. Acho que a facção vai atualmente em direção a uma quarta fase, que eu chamo de nacionalização. Há evidências muito fortes da presença de membros e sintonias do PCC em diversos Estados. Há casos em que não existem dúvidas sobre a presença do PCC, como Mato Grosso do Sul e Paraná. Acho que vai haver configurações diferentes conforme o Estado, de acordo com as articulações com o crime local.
Carreira criminal
O criminoso não quer ser preso, claro. Mas passar pela prisão representa hoje um ganho simbólico. É um status para a carreira do criminoso. A prisão também é uma etapa positiva no sentido de ampliar a possibilidade de se inserir em redes mais complexas de crime. A prisão é mais do que uma faculdade. O ladrão de carro, por exemplo, que age sozinho, vai ter contato com uma série de pessoas. Quando ele sair de lá, vai poder se inserir em uma rede criminal mais complexa, que envolve levar o carro para outro país, trocar por drogas, etc. A prisão possibilita a ampliação dos contatos, o fortalecimento dos laços no mundo do crime e da ideologia que é a base do PCC. O Estado, muitas vezes, ressalta o aspecto da violência do PCC. Óbvio que há violência. Mas apenas esse aspecto não explica o tamanho do PCC. É importante compreender como o discurso contra a opressão ganha legitimidade conforme aumenta a opressão do Estado contra os presos.
Homicídios
"Vejo como clara a relação entre o PCC e a queda dos homicídios. No espaço prisional é nítido. Fora das prisões, o papel da facção também é importante. Na medida em que o PCC se apropria da possibilidade de aplicar punições àqueles que transgridem a lei, você cria uma instância de mediação e regulação de conflito. O PCC é essa instância de mediação. Nos debates promovidos pela facção, os lados em conflitos são chamados para ponderar e encontrar solução. Dentro das prisões é quase impossível morrer um preso. Antes, um preso tinha um problema com o outro, ia lá e matava. O outro grupo se vingava, criando um ciclo. Com a ascensão do PCC, esses ciclos de vingança se rompem, porque nenhum preso hoje pode dar um tapa no outro sem autorização do PCC. Fora, é mais ou menos igual. Os conflitos vinculados a atividades ilícitas em grande parte são regulados pelo PCC. Existe uma hegemonia no mercado de drogas. E quando essa hegemonia existe, os homicídios não interessam.
Nobel da paz
"O coronel José Vicente da Silva (ex-secretário nacional de Segurança) me provocou em um programa de TV ao perguntar se não era o caso de dar o Nobel da Paz ao PCC ou levá-lo para resolver o problema de homicídios na Bahia. Sobre o Nobel da Paz, o PCC não medeia os homicídios porque é bonzinho e valoriza a vida, mas por uma questão de negócios. Nas primeiras fases, matar era preciso. Agora que o poder se consolidou em São Paulo, matar é antieconômico. Em relação aos outros Estados, em muitos a violência está relacionada à disputa no mundo do crime. E o PCC atua nessa disputa e mata para ganhar mercado. Quando é preciso matar, ele mata."

27 comentários:

  1. Embora se perguntar aos integrantes do governo paulista e da secretaria de segurança publica de São Paulo, eles vão dizer que isto é conversa pra boi dormir, que PCC não existe e que a mídia esta querendo chamar a atenção para vender exemplares, porém esta reportagem descreve exatamente o que vem ocorrendo nos últimos anos. Só tenho a parabenizar os responsáveis pela matéria, quem sabe mostrando o que realmente acontece eles se envergonhem e disso e busquem alguma mudança, se bem que eu ainda duvido.

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  2. Tambem duvido que depois desta reportagem alguma coisa vai mudar.Porém o dedo na ferida foi colocado. Não basta apenas nós Asps, todos os dias falamos com os companheiros a respeito do PCC,discutimos em nossos rodas de convivência que o PCC esta tomando conta de tudo, nos revoltamos ao ver como era o sistema antes e depois dos acordos (2001 e 2006). Nos enojamos com os Dirigentes que se escondem atras do "estamos controlando tudo, está tudo sob controle, a criminalidade diminuiu" , com os nossos ditos "sindicatos" que tudo permitem, tudo concordam, e com isso vamos tirando as 12. Isso me dá raiva sabe, não vejo a hora de me aposentar e sair desse sistema que me deixa doente e seguir minha vida. Pois minha parte eu faço, mas sei que; se nada mudar radicalmente, daqui até 2015(aposentadoria), não vou conseguir entrar mais dentro da UP .Na revisora o PCC, vai me entregar tudo pronto desde a contagem, até quantos vao embora, quantos chegaram , etc. etc. etc. Voces duvidam? eu não!, ja vi muita coisa mudar desde 1990.......

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    1. Pensando bem, não seria melhor assim? Menos riscos, menos aproximação, menos bateção de frente...
      Não iria nem faltar funcionário, pois o número de postos iria diminuir.
      Não seria melhor para nós?
      Ou alguém ainda acha que vai consertar o mundo?
      Discussão aberta.

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    2. Caro colega! Se todos pensassem como vc, as Unidades já estariam entregues à facção! Devemos lutar até o último suspiro! Quem sabe nas próximas eleições o povo eleja alguém que realmente pense na diminuição da criminalidade? Sabemos que não depende de nós, pois somos minoria, por esse motivo somos deixados de lado nos planos do Governo, porém, o povo também não aguenta mais tanta criminalidade! Vamos pensar positivo e fazer a nossa parte!

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    3. Então vou acrescentar mais algo que,como voce disse ,é pura verdade.Também sou desta decada e naquela época quando chegava o famoso "irmão"na cadeia diretor que se prezava dava logo o bonde no cara depois de no maximo dez dias de ro.Hoje não ,principalmente onde trabalho chegou "irmão " o diretor escolhe até o pavilhão que esta mais zuado pra ele colocar disciplina.Voces não acreditam né ?Então espeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeera pra ve .

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    4. Não... já trabalhei em unidade gozolândia para o preso e em unidade onde eles não tem espaço algum, coisa muito rara nos dias de hj...

      Na primeira o trampo flui que é uma beleza, quase sem dor de cabeça, mas vc sai de lá todo santo plantão se sentindo um merda...na segunda vc rala, é só BO o dia inteiro, mas vc sai de lá de alma lavada, se sentindo bem, pq conseguiu fazer o seu trampo....

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    5. Essa é a visão que todos os ASP's deveriam ter! Aí sim! Entregar a cadeia pros vagabundos é contribuir para o crescimento do crime!

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  3. Preço salgado, ein? 112 contos no livro!

    Se o livro for "mil grau" como parece ser nas entrevistas, resenhas e matérias, blz... o foda é se usaram as partes interessantes nessas matérias e o resto é aquela areia típica que vc deve jogar no meio de uma tese, repetindo as coisas mil vezes, só trocando as palavras por termos mais complexos e enchendo linguiça com gráficos e estatísticas...

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  4. "nós não vamos retroceder nem um milimetro".. já ouvi isso em algum lugar..kkkk

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  5. Fiz um comentário sobre isso em uma postagem sua http://jenisandrade.blogspot.com.br/2013/05/nada-acontece-nas-prisoes-que-nao-passe.html#comment-form sobre esta materia e falei de um episósio acontecido na Penitenciária de Ribeirão Preto onde foi consultado com o Partido quem iria assumir a cozinha... trecho acima
    "Eu testemunhei um problema que houve na cozinha de um presídio. O responsável da administração teve que conversar com o piloto do PCC para autorizar a tirar o detento que estava dando problema."
    Bom dai da p tirá q tem muita gente vendo seu Blog além de nossos companheiros Asp´s.
    .
    Isso ai Jenis continue sendo esta palavra #forte.
    Boas férias!!

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  6. E muito triste o sistema penitenciario brasileiro chegar onde chegou, uma merda. Mais triste ainda que este tipo de reportagem só são feitas na época em que a classe dos agentes penitenciarios estão pleiteando aumento salarial. Vamos acordar minha gente!!!

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  7. Essa matéria foi a que mais mostrou a verdadeira realidade do sistema prisional paulista, senão brasileiro. Informações valiosas.

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  8. Vamos mudar essa merda de governo e então aprovar essa pec da polícia penal, quero ver se essa porra não muda.
    TEMOS QUE ACREDITAR POLICIA PENAL JÁ !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  9. Infelismente ,queira ou não ,o sistema está nas mãos do crime organizado.Por que?Ora as autoridades não dão o braço a torcer mas,logico que não vão dar guela né tipo o ASP entrar pra contar trancar e etc e o preso falar que não vai né aí cai na mídia e coisa e tal e...Resumindo:analiza comigo se as prisões estivessem mesmo no comando do governo os cara já não teriam quebrado uma "pÁ' de cadeia por aí?Lógico só que se o poder público não é bobo .Já penso 5 cdp em rebelião aí chega os capa preta lá pra atender as revindicações ou seja o crime fala pra eles:A fita é o seguinte"nois qué condições de sobreviver nas celas ou seja o limite 12 por cela ...Analiza onde o governo vai enfiar 7 mil e 500 presos que estão acima da capacidade ´so em 5 cdp.Então vou te dizer é mais facil negociar com o crime organizado e deixar rolar essa farra do boi que todos nós estamos vendo e eu falo isso aqui porque?PORQUE EU EO DEMAIS COLEGAS ESTAMOS LÁ!!!!!!!!!!!

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  10. a pec 308 vai ser aprovada no dia de são nunca, a dilma nem deu porte de arma aos asps imagina aprovar isso, para com essa piada amigo, conta outra!!!

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    1. Em consonância com o seu comentário está a atitude da SAP. Pra vc renovar o seu porte a SAP está ENROLANDO cerca de dois meses! Pra que essa "burrocracia"? O funcionários que se f....

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  11. Asp vidaloka sou eu que entro em raio lotado e tranco todo mundo.segunda-feira, junho 03, 2013 11:28:00 PM

    Pessoal faltou dizer que o PCC adora raio super lotado, é mais dinheiro pro partido que monopoliza tudo dentro da cadeia. Como já disseram a situação só tende a piorar, vão abrir mais espaço pro PCC, qual político vai querer bater de frente com os caras? o governo fez um pacto com o Diabo em 2006, agora chega a conta.

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  12. A grande maioria das pessoas que se revoltam contra este atual governo serão as mesmas que irão colocá-los novamente no poder na próxima Eleição.

    Funcionário Público do Estado de São Paulo ainda não sabe o poder que as urnas tem!

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  13. Não vamos retroceder nem um milimetro....

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  14. A reportagem diz tudo!! A tempos atras houve aquele barulho de reunir forças estaduais com a forças federais transferir presos chefes das facções para presidio federal e acabou tudo em pizza transferiram la um tal de piaui que ninguém nunca ouviu falar os caras que estão la na P2 de venceslau nem foram incomodados porque sera??? porque o governo não instala bloqueadores de celulares nas cadeias? fica neste teatro de faz d conta pior é que agora o estado ta nas mãos do pcc mesmo porque o dia que transferir os chefões la de venceslau eles quebram as cadeias e o governo não quer ficar mal na midia ta complicado e quem sofre somos nós!!!!!!

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  15. Uma vez o Jenis disse para nos identificar-nos no comentários, mas é complicado, todos sabem que podemos ser perseguidos na unidade, por isso vou narrar um fato sem identificar os autores. Na unidade que eu trabalho foi trocada a diretoria há uns 3 meses, a diretoria antiga implantava tolerância zero com a bandidagem, pois bem, aconteceram algumas agressões contra funcionários porem tudo fato isolado porque foram cometidas por presos com problema mental ou por aqueles que queriam bonde a qualquer preço, situação corriqueira em cdps. A nova diretoria veio com outra mentalidade, a mentalidade de negociar com os vagabundos dando regalias para os "irmãos", para ter ideia tem preso que nem passa mais pelo RO indo direto para a faxina, antes o guarda tinha a palavra final dos presos que iriam ou não para a faxina, agora bateu pipa chega, anistia de RCD, blitz agora é coisa rara, toda semana o disciplina chama os representantes do partido em sua sala para reuniões, com os ASP's é poucas ideias mas com os vagabundos é reunião com portas fechadas. O CDP agora está do jeito que a bandidagem gosta. O pior é que ele tem a coragem de dizer "viu, não temos mais agressões contra funças" dizendo que a diretoria antiga não sabia trabalhar. É por essas e outras que dá desanimo.

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    1. Os agentes da sua unidade prisional tem mais é que se ferrar mesmo... a diretoria faz o que quer pq vcs funcionários devem ser um bando de baba-ovo, puxa saco que só tao preocupados em ir embora para o interior...

      Como eu disse uma vez, eu nao tenho problemas com nenhum diretor... eles que costumam ter comigo.. e outra coisa, nunca tomei bonde...

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    2. Pior que vc tem razão, não que todos sejam assim, mas a maioria é, isso é outra falha do sistema, ai se tivesse uns caras como vc aqui.

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    3. no dia dia posso notar muitas piadinhas entre o (que sabe trabalhar e o que nao sabe ), e que a palavra do ladrao vale muito mais do que o comportamento e a palavra do funcionario ja vi situacoes em que o cdp todo confiou na palavra do ladrao em detrimento do funcionario, poderia ser diferente, aos funcionarios que sabem tudo ajudem aqueles que nao sabem, porque o ladrao ajuda o ladrao.......

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  16. Gente, só parar prá pensar... a SAp ta uma zona, mas essa zona tá mais ou menos equilibrada pq nós (agentes) ainda contribuimos para esse equilibrio... tem que deixar virar uma zona de vez... qdo tiver bem zuado mesmo, alguem vai ter fazer alguma coisa...

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  17. http://www.jumbocdp.com.br/

    é parar acabar mesmo, que será q é dono disso PCC????????

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  18. Jenis, num passado não muito distante um Secretário de Estado que foi da SAP e SSP, disse que o PCC era só uns 30 membros. Quer dizer que o Governo do Estado não estava sabendo, então o problema está na SAP, que sabe de tudo e não toma as devidas providências, vamos nos unir e votar bem em 2014.

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