sábado, 13 de julho de 2013

Servidor penitenciário é preso por tentativa de extorsão, segundo Diário do Litoral.

Fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/13904-falsos-policiais-civis-sao-presos-em-santos

Falsos policiais civis são presos em Santos

Um agente penitenciário e dois seguranças tentaram extorquir marceneiro

por Gilmar Alves Jr.
Investigadores da Corregedoria da Polícia Civil prenderam na última quinta-feira três homens por tentativa de extorsão contra um marceneiro, em Santos. Um policial civil que atua na Região é investigado de ter relação com o delito.

Os acusados autuados em flagrante são o agente penitenciário Francisco Jorge Esteves, de 36 anos, e os seguranças Walter Ferreira da Silva, de 40, e Douglas Henrique Gonçalves da Costa, de 25 anos. A quantia de R$ 5 mil foi exigida do marceneiro após ele ter anunciado na rede social Facebook uma pistola de pressão, de softball, para venda. A ameaça foi de que se ele não pagasse os R$ 5 mil seria preso.

Após ser ameaçado, o marceneiro procurou a 6ª Corregedoria Auxiliar, no Campo Grande, e denunciou o caso.

A vítima foi orientada a manter contato com os golpistas visando a realização de flagrante, na quinta-feira. Em viaturas descaracterizadas, os policiais da corregedoria ficaram de prontidão nas proximidades do local de trabalho do marceneiro, na Avenida Bernadino de Campos.

Assim que chegou ao local para receber a quantia, em uma moto, Walter Silva foi abordado pelos investigadores. Poucos minutos depois, Douglas Costa chegou ao estabelecimento e também acabou detido. Em diligência na residência dele, os policiais apreenderam uma pistola de calibre .380, com numeração raspada, e R$ 2,7 mil. Walter apontou como mentores intelectuais do delito o agente penitenciário e o policial civil.

O agente foi localizado em sua residência, na Vila Belmiro, e levado à corregedoria. Convocado, o policial também compareceu. A vítima relatou ter tido contato somente com Francisco, Walter e Douglas, sendo que os dois primeiros afirmaram serem policiais civis para a tentativa de extorsão.

O policial, em nenhum dos contatos estabelecidos, foi visto pelo marceneiro. A Corregedoria aguarda laudos periciais em telefones celulares para apurar eventual participação do policial civil no delito.

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