quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Diretores de presídios federais pedem demissão coletiva. Em SP...nem em sonho...

É... em São Paulo isso não ocorrerá tão facilmente.

Mesmo com condições de trabalho muito melhores que a nossa no estado de São Paulo, esses honrosos cidadãos tomaram essa atitude e poderão trabalhar em qualquer presídio com a cabeça erguida pela atitude tomada, é que em São Paulo se faz a política do coleguismo, de forma totalmente amadora, onde um diretor geral de presídio com qualquer diploma de curso superior feito a distância, passa a receber três vezes o que recebia como um agente penitenciário sem designação em cargo comissionado.

Não digo que não exista diretores de presídios competentes nos presídios do estado de São Paulo, já trabalhei com alguns deles, mas a maioria não seria diretor nem de um boteco se dependessem de competência, muitos são diretores porque é amigo do amigo, amigo do rei e suas formas de agir lembram as características e atitudes de "famíglias".

Pedi a saída do secretário Lourival Gomes da SAP em uma carta aberta durante a greve que a nossa categoria fez de forma honrosa e de dar orgulho para qualquer servidor penitenciário do estado de São Paulo, independente de quem ateou "fogo no mato" e se houve algum interesse que não seja apenas o interesse coletivo, a categoria fez a sua parte, até os sindicatos me surpreenderam, mas os dirigentes da SAP eu não acredito que nos surpreenderão, se o secretário tivesse entregue as chaves da SAP ao desgoverno de São Paulo, ele sairía de cabeça erguida e todos servidores sentiriam orgulho de sua atitude.







Crise na cúpula dos presídios federais culmina em demissão coletiva Diretores de departamento que administra as quatro penitenciárias de controle máximo da União pedem exoneração.

Renata Mariz

Publicação: 27/08/2014 06:02 Atualização: 27/08/2014 08:20

O caos no sistema prisional não está restrito aos estados, como o Paraná, onde teve fim, ontem, uma rebelião de 44 horas, que terminou com cinco mortos e sete desaparecidos. Na esfera federal, uma crise se instalou na cúpula do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ligado ao Ministério da Justiça. Pelo menos nove diretores do órgão, responsável por administrar quatro presídios federais de segurança máxima, entregaram o cargo. Entre outros problemas apontados pelos descontentes, está a ingerência do atual diretor-geral do Depen, Renato Pinto de Vitto, empossado em maio deste ano.

Em nota, o Ministério da Justiça afirmou que o Depen consultou a PF sobre a coleta de material genético dos presos do sistema federal na última sexta-feira e que o órgão informou estar “providenciando diligências para atender a demanda o mais rápido possível”. Acrescentou ainda, no comunicado, que “algumas reformulações na equipe” já foram feitas em maio e junho, com a chegada do novo diretor do Depen, e que outras “alterações na diretoria do sistema penitenciário federal serão realizadas”, sem confirmar nem negar a informação de que houve pedidos simultâneos de demissão.

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