quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Professora tenta entrar com 4 celulares em presídio de Pacaembu-SP


Fonte: http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2014/12/professora-tenta-entrar-com-4-celulares-em-presidio-de-pacaembu.html

Professora tenta entrar com 4 celulares em presídio de Pacaembu
Profissional afirma que era ameaçada há 2 meses por ligações telefônicas.
Ela dava aulas na unidade; ação foi interceptada nesta quarta-feira (3).
Vinícius Pacheco
Do G1 Presidente Prudente

Presos permanecem foragidos de acordo com a SAP (Foto: Reprodução/Tv Fronteira)
Unidade fica na Rodovia Comandante João Ribeiro
de Barros (Foto: Reprodução/Tv Fronteira)
Uma professora de 48 anos que dá aulas na Penitenciária "Ozias Lúcio dos Santos", em Pacaembu, tentou entrar com quatro celulares na unidade prisional na tarde desta quarta-feira (3). De acordo com a Polícia Civil, os agentes penitenciários notaram quando ela começou a retirar dois pacotes com os aparelhos de sua roupa e interceptaram a ação.
Conforme o delegado Hilton Testi Renz, a profissional, que ministra disciplinas como português e matemática, chegou por volta das 15h na unidade e passou pelo detector de metais, que não disparou. Em seguida, ela começou a retirar as embalagens com os telefones dos bolsos e foi averiguada pelos agentes. “Inicialmente, a professora se negou a entregar o material. Ela só deixou os itens serem vistoriados com a chegada do diretor de disciplina da unidade”, explica.
A mulher afirmou que sofria ameaças constantes de um número privado em seu celular. “Ela recebia ligações com número restrito no seu celular há dois meses. Quem estava na linha dizia que sabia onde a filha dela estudava e que poderiam tomar alguma atitude se ela não fizesse o serviço”, relata o delegado.
Em depoimento à polícia, a professora disse que os celulares chegaram pelo correio e deveriam ser entregues para detentos da penitenciária. Ela responde criminalmente por entrada ilegal de aparelho de telefonia móvel em estabelecimento prisional, conforme Henz.
“Estamos instaurando inquérito para apurar se estas informações serão ou não confirmadas. Ela deve responder em liberdade, pois não existe a denúncia de que ela recebeu dinheiro para realizar este transporte do material”, explica o delegado.
A Secretária de Administração Penitenciária (SAP) determinou que a professora não mais entre na prisão, bem como solicitou a sua imediata substituição.

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