sexta-feira, 28 de abril de 2017

Agente Penitenciário que atropelou adolescente é condenado a 22 anos de prisão.

Fonte: G1

Acusado de matar adolescente atropelada é condenado a 22 anos de prisão
Julgamento foi realizado nesta quinta-feira (27), em Pacaembu. Sentença aplicou ao réu uma pena por homicídio triplamente qualificado.
Por G1 Presidente Prudente
27/04/2017 19h03 Atualizado há 11 horas

Julgamento ocorre nesta quinta-feira (27), em Pacaembu (Foto: Mariane Santos/TV Fronteira)




O Tribunal do Júri da Comarca de Pacaembu condenou nesta quinta-feira (27) a 22 anos de prisão em regime fechado o agente de segurança penitenciária Anderson Luis da Silva Budoia pela morte da adolescente Ana Clara Zorneck. O réu era o condutor de um veículo VW Gol que atropelou a menina, então com 16 anos, em Pacaembu na madrugada do dia 25 de dezembro de 2014. A condenação por homicídio triplamente qualificado foi decidida pelos jurados por 4 a 0. Ele seguirá preso na Penitenciária de Tremembé (SP) e ainda poderá recorrer da sentença.
O julgamento, realizado no prédio da Câmara Municipal, teve início no período da manhã e foi concluído às 18h15.

Defesa
O G1 tentou contato com o advogado José Reinaldo Gussi, que atua na defesa de Anderson Luis da Silva Budoia, mas as chamadas não foram atendidas.

O caso
Na madrugada do dia 25 de dezembro de 2014, a vítima estava com mais cinco adolescentes, entre 16 e 17 anos, sob a copa de uma árvore, quando um VW Gol que transitava pela via, no sentido Centro-trevo, se aproximou e "jogou" o carro para cima dos adolescentes, conforme o boletim policial. 
Alguns jovens se esquivaram, exceto a vítima que, ao ser atingida, foi arremessada por aproximadamente 15 metros de distância.

Após o atropelamento, também conforme o Boletim de Ocorrência, o veículo seguiu em alta velocidade rumo ao trevo principal de Pacaembu. Logo em seguida, a polícia recebeu um comunicado de que um VW Gol havia se envolvido em um capotamento na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294).

No dia do acidente, a polícia compareceu ao local e, durante a perícia no veículo, localizou no parabrisa "um chumaço de cabelos que poderia ser da vítima". O material foi recolhido pela perícia técnica, para averiguar se os fios de cabelo eram da vítima atropelada.

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