segunda-feira, 29 de maio de 2017

Alunos de Direito visitam Penitenciária paulista.


Fonte: Siga Mais.


ENSINO SUPERIOR
Alunos de Direito visitam a Penitenciária de Osvaldo Cruz
28/05/2017 18:57
Além de conhecerem as instalações, os alunos tiveram esclarecimentos sobre o dia a dia do local.





Por: Daniel Torres | Colaborou: Prof. Me. Igor Terraz Pinto

Alunos de Direito visitam a Penitenciária de Osvaldo Cruz, onde conhecerem as instalações e tiveram esclarecimentos sobre o dia a dia do local (Foto: UnIFAI). 
Um grupo de 50 alunos do curso de Direito do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) visitou no último sábado, 20, a Penitenciária de Osvaldo Cruz.
Acompanhados pelos docentes Prof. Me. Igor Terraz Pinto e Prof. Esp. Eduardo Rodrigues Fiorillo, os acadêmicos de Direito tiveram a oportunidade de conhecer praticamente todas as instalações daquela unidade prisional, especialmente os raios, enfermaria, almoxarifado, celas de seguro pessoal, celas disciplinares, galpão de trabalho e de educação, biblioteca, salas de aula, pátio para banho de sol, parlatório, setor administrativo e jurídico, área de tiro, canil etc.
A visita teve a duração aproximada de três horas e foi guiada pelos diretores de Segurança e Disciplina Marcos Roberto Pires, de Trabalho Adilson Ribeiro e de Trabalho e Educação Marcelo Augusto Renkens Torquato de Freitas.
Além de conhecerem as instalações da penitenciária, os alunos tiveram esclarecimentos sobre os procedimentos adotados em dias de visita e sobre o dia a dia de sentenciados e funcionários.
“Agradecemos imensamente ao diretor técnico da Penitenciária de Osvaldo Cruz, Jesus Ross Martins, por permitir a nossa visita, e também ao diretor de plantão do Turno I Jefferson Custódio Guido, ao diretor de plantão substituto do Turno I Paulo Porto e ao agente de segurança penitenciária Heleno de Jesus Moura, que registrou as imagens da visita”, disse Igor Pinto.

13 comentários:

  1. Parece que estão na HAVE, só por Deus, cada uma, tem cara que é diretor de cadeia e é infiltrado entre os agentes, só não ve quem nao quer

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    1. Não vejo problema algum em estudantes de direito visitarem uma cadeia muito pelo contrário! Amplia o conhecimento e a visão. Informe-se melhor, esse tipo de acontecimento é bem mais comum do que sua mente limitada sabe.

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    2. E vc é uma anta infiltrada entre os humanos, deixa der ser quadrado mano vc acredita em ET tb....abre a mente e vai estudar o atrasadão

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    3. Lamentável, acho que quem deveria estudar é você anônimo (1º). Na minha opinião os alunos de Direito devem ter essa prerrogativa descrita em Lei. Afinal de contas, são eles que iram argumentar com legitimidade a melhoria de nossa classe trabalhista, pois é notório que estamos há anos sem se quer com o salário reajustado conforme a inflação, bem como, na recuperação do preso provisório ou definido. Afinal não existe pena perpétua em nosso país.
      Entretanto, nós Agentes de Segurança Penitenciária, somos servidores públicos, servimos o povo, cumprimos e executamos a lei material vigente, não há motivos para que nós, representantes do Estado, proíba a entrada de terceiros, ainda, nesse sentido, observamos vários princípios principalmente o da publicidade (salvo exceções).
      Por fim, na minha humilde e singela opinião, acredito que nossa classe seja tão desvalorizada pelo simples fato de existir restrições no acesso e entrada as unidades prisionais, sem dúvida, se a sociedade do bem tivesse a oportunidade de conhecer nossas atribuições eu tenho certeza que as coisas iriam melhorar gradativamente e significativamente. Fica a dica.
      (já que o sindicato não presta para nada, é necessário toda ajuda do povo de bem)
      A e antes que alguém reclame, não são essas restrições que ajudam no combate da entrada de ilícito em unidade prisional, esses objetos sempre estarão disponíveis ao preso, independente de quem adentre no recinto, ou eu estou errado ? Todas as unidades do Estado de São Paulo estão 'limpas' ? Estão seguras com essas restrições ?

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  2. 25/05/2017
    Visita à penitenciária amplia visão de estudantes de Direito
    Acadêmicos conheceram a estrutura e o funcionamento da Penitenciária “Wellington Rodrigo Segura”, em Presidente Prudente

    Foto: Mariana Tavares
    Visita à penitenciária amplia visão de estudantes de Direito
    Da muralha, estudantes tiveram visão ampla da unidade de regime fechado

    O ramo jurídico é amplo. São diversas as áreas que operadores do Direito podem atuar, seja nas inúmeras possibilidades de cargos públicos ou como advogados. E para ampliar o conhecimento no campo penal, pela primeira vez uma turma de alunos do curso de Direito da Unoeste conheceu a estrutura e o funcionamento de uma unidade prisional. Estudantes do 7º e 9º termos estiveram, na tarde dessa quarta-feira (24), na Penitenciária “Wellington Rodrigo Segura”, localizada no distrito de Montalvão, em Presidente Prudente.

    Antes de iniciar a visita pelo presídio de regime fechado, o diretor geral da unidade, José Carlos dos Santos, apresentou o trabalho realizado pelas equipes que atuam no local e agradeceu a presença dos futuros profissionais. “Essas visitas são muito importantes, pois também precisamos dos olhares externos, e é sempre bom que as pessoas conheçam a realidade prisional, principalmente quando se trata de profissionais do Direito”. Na ocasião, diretores de setores também explicaram como é o funcionamento da penitenciária em aspectos como segurança interna e externa, saúde, educação e trabalho.

    Em seguida, acompanhados por equipes da unidade, os acadêmicos conheceram o interior do presídio, como as salas de atendimento em grupo e de saúde, algumas celas que no momento não estavam com detentos, cozinha, padaria, horta, biblioteca, viram também os pátios, dentre outros locais. Na parte externa, andaram pela muralha, o que permitiu uma visão ampla da estrutura da penitenciária de regime fechado e parte do anexo semiaberto. O diretor do Centro Integrado de Movimentações Carcerárias (Cimic) e professor da graduação na Unoeste, Alexandre Alves dos Santos, informa que, atualmente, o local abriga 1.847 presos, “sendo 1.408 no regime fechado e 439 no anexo de regime semiaberto. O número de presos oscila diariamente em razão do fluxo de movimentação carcerária”.

    Foto: Mariana Tavares
    Alguns locais da parte interna também foram visitados
    Alguns locais da parte interna também foram visitados
    Ao traçar o perfil criminológico dos sentenciados, que cumprem pena na penitenciária em Presidente Prudente, ficou constatado que a grande maioria cometeu crime de roubo, conforme a assistente social Fernanda Vincoleto. “Quem está de fora tem uma visão diferente dos encarcerados, pensam que a maioria é condenada por homicídio e estupro, o que não é verdade. Por esses e outros motivos é um desafio muito grande trabalhar com pessoas nessa situação”, comenta. Ao abordar alguns dos trabalhos desenvolvidos no local, Fernanda mencionou a parceria com o curso de Letras da Unoeste, por meio do Projeto de Leitura e Produção Textual.

    Marcela Ávila, 32, Camila Ramos dos Santos, 21, e Juliana Carolina Camelo Neves, 22, concluem o curso de Direito no fim deste ano e afirmam que a visita ao presídio é fundamental para a formação. “Não tínhamos noção de como era. Mesmo sendo estudantes da área a visão era preconceituosa desse ambiente, mas quando conhecemos a realidade dessa população e o trabalho realizado por toda a equipe passamos a enxergar essas pessoas com outros olhos”, relatam as amigas.

    Quem compartilha da mesma sensação provocada pela experiência dessa quarta-feira é o aluno Duilio Vieira, 21. “Não imaginava como era dentro de uma prisão. Essa vivência foi muito enriquecedora”. A professora que acompanhou os acadêmicos, Márcia Lucchino, afirma que a visita à penitenciária será incluída no roteiro do curso de Direito, justamente pela relevância para a formação profissional e pessoal dos estudantes.

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  3. Mais uma treta para entrar com ilícitos nas cadeias.

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    1. Por isso essa SAP não avança. Vc deve ser do tipo que reclama até de ... melhor deixar pra la.

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  4. Só sei de uma coisa:o juiz,defensor público,advogado e o integrante da pastoral carcerária, são pessoas que de condutas acima de qualquer suspeita, agora nós agentes penitenciários somo totalmente suspeitos, pois somos revistados quando adentramos na carceragem, diferentemente daqueles que citei anteriormente.

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  5. E TEM ALGUNS ADVOGADOS QUE ATÉ PASSAM A MORAR NAS PENITENCIÁRIAS DEPOIS DE FORMADOS.

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  6. Todos os estudantes de direito devem conhecer as unidades prisionais para saber como é o dia-a-dia de de cada uma, afinal isto fará parte de sua vida profissional e consequentemente também conhecerá os funcionários que nelas trabalham e terá que saber que se quiser ter acesso à elas deverá cumprir as normas de revista determinadas. O que muitas vezes vemos é que existem alguns profissionais que se acham "doutorzinhos" e que sabemos não são m... nenhuma mais que ninguém, só porque são formados e que frequentaram o referido curso, quando chegam na unidade não dão nem bom dia e se passam no portal e apita, logo já reclamam. Só que não tem essa, se não quer atender os procedimentos da unidade, não entra, é fácil, não tem que ficar discutindo isso ou aquilo, se estressando. Nessa jornada no sistema prisional já vi juiz federal ser mais humilde do que juiz de cidadezinha que também se acha,lamentável. Enfim, quem está na unidade é o funcionário, não somos menores do que ninguém, devemos nos valorizar, temos uma força muito grande e muitas vezes não a usamose parar de se preocupar com coisas pequenas.

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