sexta-feira, 5 de maio de 2017

VÍDEO: Imagens mostram momento em que agentes penitenciários invadem a Câmara.


Fonte: Globo News

Nesta quarta, agentes penitenciários impediram que deputados concluíssem votação de proposta de reforma da Previdência; nas imagens, é possível ver agente jogando bomba no prédio.
Por Murilo Salviano, GloboNews, Brasília
04/05/2017 17h37 Atualizado há 12 horas

Assista ao vídeo no link ao final da postagem:





Agentes penitenciários invadem sessão e interrompem votação da Reforma da Previdência

Imagens do circuito interno de segurança da Câmara dos Deputados mostram o momento em que agentes penitenciários conseguiram invadir o prédio da Casa na noite desta quarta-feira (3). A invasão ocorreu durante sessão da comissão especial da reforma da Previdência.

A invasão durou cerca de 30 minutos e resultou na suspensão da sessão, na qual os deputados já tinham aprovado o texto-base do projeto. Após a saída dos manifestantes, os deputados também deixaram a comissão e a votação do texto ficará para a semana que vem.

Após conseguirem invadir o prédio, os agentes penitenciários derrubaram o detector de metal da entrada do Anexo 2 da Câmara.

Para tentar conter os manifestantes, a polícia legislativa usou spray de pimenta e soltou bombas de efeito moral, mas, mesmo assim, os agentes conseguiram ter acesso ao plenário.

Nas imagens, é possível ver um dos manifestantes atirando uma bomba na direção de policiais legislativos e de seguranças da Câmara, que estavam em um dos corredores de acesso às comissões, local onde a reunião da reforma da Previdência era realizado.

Segundo a polícia legislativa, a bomba utilizada pelos manifestantes é chamada de "bomba de luz e som" e só poderia ter sido utilizada em um local aberto.

Nesta quinta, o vice-presidente da Casa, deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), anunciou que a polícia legislativa vai instaurar inquérito para apurar a invasão ocorrida durante a sessão.

O peemedebista afirmou que a Câmara "repudia" o ato de protesto do grupo de profissionais que atuam na segurança dos presídios e que a Casa “não vai tolerar o cerceamento de seus trabalhos a partir de métodos violentos e desordeiros”.



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