terça-feira, 3 de abril de 2018

Licença médica de até 4 dias não precisa mais de perícia.


Essa instrução da UNIDADE CENTRAL DE RECURSOS HUMANOS publicada no diário oficial de 30 de março de 2018, retroage a 20 de dezembro de 2017, conforme você verá na própria publicação copiada e colada abaixo da publicidade, veja também outras situações que não precisa mais fazer perícia.

Inclusive no caso de internados, a perícia é por relatório médico, assim como foi a minha perícia nos 11 dias que fiquei internado no Hospital do Servidor Público, eu só não tinha entendido como tinha ocorrido a perícia, pois eu não tinha visto e nem falado com médico perito, mas aí embaixo está a explicação.
Veja que o decreto já é do ano passado, que não foi divulgado pela maioria das unidades pelos RHs, se na unidade que você trabalha foi, parabéns, porque a maioria dos colegas que conversei, desconheciam esse decreto.
LEIAM E RELEIAM, PARA NÃO TER DÚVIDA NA HORA DE DEBATER O ASSUNTO.



Fonte: Diário Oficial do Estado de São Paulo de 30 de Março de 2018.

UNIDADE CENTRAL DE RECURSOS
HUMANOS
Instrução UCRH-3, de 29-3-2018
A Coordenadora da Unidade Central de Recursos Humanos,
da Secretaria de Planejamento e Gestão, nos termos do § 2º do
artigo 1º do Decreto 62.969, de 27-11-2017, por intermédio do
Departamento de Perícias Médicas do Estado – DPME, expede
a seguinte instrução:
1. O procedimento para solicitação de licença para tratamento
de saúde, nos termos dos §§ 1º e 3º do artigo 193 da Lei
10.261, de 28-10-1968, regulamentado pelo Decreto 62.969,
de 27-11-2017, com dispensa da realização de perícia médica
oficial, fica definido de acordo com a presente instrução.
2. A dispensa da realização de perícia médica oficial, a que
se refere o item 1 desta Instrução, poderá ocorrer nos seguintes
casos:
2.1. quando o servidor estiver:
2.1.1. internado;
2.1.2. fora do país;
2.1.3 em outro Estado onde não houver a possibilidade de
realização de perícia pelo órgão médico correspondente;
2.2. quando o afastamento do servidor não ultrapassar 4
dias corridos.
3. No caso de internação, de que trata o subitem 2.1.1 desta
instrução, a solicitação de afastamento deverá ser instruída com
a seguinte documentação:
3.1. Relatório médico completo no qual conste:
3.1.1. o diagnóstico;
3.1.2. laudos de exames complementares;
3.1.3. a conduta terapêutica;
3.1.4. o prognóstico;
3.1.5. as consequências à saúde do servidor;
3.1.6. o provável tempo de repouso estimado necessário
para sua recuperação;
3.1.7. carimbo com o nome e número de inscrição no CRM
do médico emitente e a respectiva assinatura.
3.2. Comprovante de internação emitido pela unidade
hospitalar.
4. A solicitação de afastamento do servidor internado deverá
ser realizada pelo órgão setorial ou subsetorial de recursos
humanos ao qual o servidor requisitante estiver vinculado,
observando os seguintes passos:
4.1. Mediante solicitação do familiar do servidor, deverá ser
realizada a requisição de afastamento no sistema eSisla, disponível
na “Área Restrita” do endereço http://periciasmedicas.
gestaopublica.sp.gov.br/eSisla;
4.2. No menu de tarefas, localizado no canto superior
esquerdo da tela, selecionar a opção “Agendamento – Licença”
e informar o CPF do servidor;
4.3. Digitalizar e anexar ao sistema a documentação médica
descrita no item 3 desta instrução;
4.4. O nome do arquivo não pode ultrapassar 40 posições,
devendo a extensão ser JPG ou PDF com tamanho máximo
de 250 kbytes, preferencialmente sem caracteres especiais e
acentuação;
4.5. Para concluir a solicitação o usuário do órgão setorial
ou subsetorial de recursos humanos deverá:
4.5.1. atualizar os dados de contato do servidor e clicar em
“CONFIRMAR”;
4.5.2. preencher os dados da perícia: TIPO, PESSOA e HOSPITALAR/DOMICILIAR;
4.5.3. informar o HOSPITAL, bem como o MUNICÍPIO;
4.5.4. informar os dados do relatório, principalmente Nº DE
DIAS e DATA DO RELATÓRIO;
4.5.5. selecionar “ENVIAR”;
4.5.6. selecionar “CONCLUIR”;
4.5.7. o sistema emitirá o protocolo e caberá ao órgão
setorial ou subsetorial de recursos humanos acompanhar as
publicações em Diário Oficial.
5. O servidor que se encontrar fora do país e que necessitar
de licença médica, de que trata o subitem 2.1.2 desta instrução,
deverá comunicar a unidade administrativa para que sejam
adotadas providências quanto à concessão da licença junto
ao DPME.
5.1. Do pedido encaminhado pela unidade administrativa
deverá constar:
5.1.1. nome, RG e CPF do servidor;
5.1.2. relatório médico de acordo com os termos da Resolução
SPG 09, de 12-04-2016, devendo, obrigatoriamente, ser
traduzido pela embaixada ou por tradutor juramentado.
6. O servidor que se encontrar em outra unidade da federação
e que necessitar de licença médica, de que trata o subitem
2.1.3 desta instrução, deverá comunicar à unidade administrativa
para que sejam adotadas providências quanto à concessão
da licença junto ao DPME.
6.1. Do pedido encaminhado pela unidade administrativa
deverá constar:
6.1.1. nome, RG e CPF do servidor;
6.1.2. local e endereço de onde se encontre o servidor;
6.1.3. telefones ou outros meios de comunicação para
contatos com o servidor;
6.1.4. cópia do relatório médico de acordo com os termos
da Resolução SPG 09, de 12-04-2016.
7. A documentação de que tratam os itens 5 e 6 desta Instrução
deverá ser enviada para o DPME via correio ou protocolar
pessoalmente no seguinte endereço: Avenida Prefeito Passos,
S/N - Várzea do Carmo - São Paulo/SP CEP: 01517-020.
8. No caso do afastamento de que trata o subitem 2.2 desta
instrução, o servidor deverá encaminhar o atestado médico ao
órgão setorial ou subsetorial de recursos humanos, para que
sejam tomadas as providências com relação à publicação da
concessão da licença para tratamento de saúde, observando-se
o prazo máximo de 2 (dois) dias contados da data do início do
afastamento do servidor, aplicando-se o previsto no § único do
artigo 323 da Lei 10.261/68, quando for o caso.
8.1. O atestado médico deverá conter:
8.1.1. o diagnóstico;
8.1.2. data de início da doença;
8.1.3. o provável tempo de repouso estimado necessário
para sua recuperação;
8.1.4. carimbo com o nome e número de inscrição no CRM
do médico emitente, e a respectiva assinatura.
8.2. Após a publicação de que trata o item 8, o registro
do afastamento do servidor deverá ser realizado pelo órgão
setorial ou subsetorial de recursos humanos ao qual o servidor
requisitante estiver vinculado, no sistema eSisla, disponível na
“Área Restrita” do endereço http://periciasmedicas.gestaopublica.sp.gov.br/eSisla
8.3. No menu de tarefas, localizado no canto superior
esquerdo da tela, selecionar a opção “Agendamento – Licença”
e informar o CPF do servidor;
8.4. Digitalizar e anexar ao sistema a documentação médica
descrita no item 8.1 desta instrução;
8.5. O nome do arquivo não pode ultrapassar 40 posições,
devendo a extensão ser JPG ou PDF com tamanho máximo
de 250 kbytes, preferencialmente sem caracteres especiais e
acentuação;
8.6. Para concluir a solicitação o usuário do órgão setorial
ou subsetorial de recursos humanos deverá:
8.6.1. atualizar os dados de contato do servidor e clicar em
“CONFIRMAR”;
8.6.2. preencher os dados da perícia;
8.6.3 informar os dados do atestado, principalmente Nº DE
DIAS e DATA DO ATESTADO;
8.6.4. selecionar “VALIDAR”;
8.6.5. selecionar “CONCLUIR”;
8.6.6. o sistema emitirá o protocolo.
9. A partir de 28-11-2017, vigência do Decreto 62.969/2017,
a licença de até 4 dias corridos com dispensa da realização de
perícia médica oficial prevista no subitem 2.2 desta instrução,
será concedida ao servidor uma única vez a cada período de
6 meses.
9.1. As licenças previstas no subitem 2.2 já concedidas
deverão ser registradas no sistema disponibilizado pelo DPME,
observando-se os procedimentos descritos nos subitens 8.2 a
8.6.6
10. Esta instrução entra em vigor na data de sua publicação,
retroagindo seus efeitos a contar de 20-12-2017, ficando
revogada a Instrução UCRH 7, de 19, publicada em 20-12-2017,
republicada em 23-01-2018.

59 comentários:

  1. Mudou por causa da eleição, no ano que vem volta dois dias de novo. Esse é o PSDB.

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    1. Acho que vc não entendeu e vou falar de novo:
      Ze na boa: PEDE PRA C*GAR E SAI.

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  3. Policial Penal Administrativo? Eu pego na sua mão! Você pega na minha mão?

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    1. Eu não a sua é suja cheia de bactérias kkkkkkkkkkkkk

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  4. É nada... eles viram q não adiantou nada eles colocar perícia no segundo dia da licença q o servidor continuou metendo loko mesmo assim e indo na perícia ainda... kkk... a diferença é q se vc fosse mete loko em mais de um dia e tivesse q passar perícia, já pegava logo uns 7 ou 15 dias...kkkkkk ... né

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  5. Já fiquei contente. Vou votar de novo no psdb ...

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  6. a incompetente do rh da minha unidade não disse nada, quando é pra prejudicar ela cola o papel na copa dos funças quando é pra beneficiar ela fica quietinha, a sua hora vai chegar

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    1. Para anônimo 03/04/2018 07:50hs chefe rh ou nucleo pessoal cobra bastante na mesma proporção erra bastante, dá informação errada e dá falta para vários funcionários introvertida ao extremo fica no mundinho dela e os outros que se f... e ninguém a denúncia ela está no rh só para prejudicar os funcionários e os que estão trabalhando lá no RH estão no mesmo embalo, RH é para ajudar o funcionário entendeu morfética.

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  7. Obrigado por nos Informar...RH nada de Informar.!!! Tá feio heim são todos indicados pelo primo, cunhado diretor..só indicação ! competência nada

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  8. Têm que caguetar todos que fazem bico, estando de licença ou não é proibido fazer bico,dedicação exclusiva É NOSSO CARGO é proibido também o asp escoltar preso com arma particular disque 190 se presenciar um asp armado em P.S ou FORUM ARMADO EM SERVIÇO SOMENTE AEVP, É LEI E TEM QUE SER SEGUIDA.

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    1. Proibir de fazer bico sem estar de licença e sua irmã e sua mãe vai pagar nossas contas lixo

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    2. O estatuto reza isso mongoloide se não está contente exonera e vai viver do bico

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    3. você nem sabe o que esta falando...
      escolta e do AEVP os ASP estão la apenas para acompanhar, ou seja sua arma é para sua defesa pessoal, agora se é lei como você diz qual é a lei? se você não sabe de como funciona as coisas não abra a boca pra falar merda...

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    4. ASP NÃO PODE PORTAR ARMA EM SERVIÇO, ARMA PARTICULAR É PARA USO PARTICULAR NEM O PM PODE USAR SUA ARMA PARTICULAR PARA DEFESA EM SERVIÇO POIS ESTÁ SUJEITO A AÇÃO DISCIPLINAR QUEM ESTÁ FORA DE SINTONIA É VOCÊ .
      SE QUER TRABALHAR ARMADO PRESTE PARA AEVP QUE TEM ATRIBUIÇÃO DE TRABALHAR ARMADO E TB NÃO PODE USAR ARMA PARTICULAR EM SERVIÇO .

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    5. Mão de obra barata, cagueta, sua classe foi criada para cortar custos, mas a nossas custas aumentaram o salario.

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  9. Bom noite, ja havia pensado em lhe fazer essa pergunta, vou aproveitar o tema, será que seria possível vc detalhar os procedimentos que foi usada para regularização da sua licença, pois no seu caso foi um incidente vc não esperava, todos foram pego de surpresa inclusive seus familiares, é um momento difícil de agir sem nenhuma conhecimento, seu familiar precisou de procuração, Rh da unidade deu suporte, como nosso familiar deve proceder, são várias duvidas, e nunca se sabe quando vai acontecer com nós.

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  10. Bom dia, eu já escrevi sobre isso aqui, mas em breve vou começar gravar vídeos no youtube e esse será um dos vídeos orientando os amigos sobre esse tipo de situação

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  11. o RH da unidade na qual trabalho,informou que somente os servidores que trabalham em jornada de 40hrs semanais tem direito,ou seja,somente os diaristas.Que ASPs plantonistas não poderão usufruir de tal decreto,que pra estes,continuam tendo a necessidade de passar por perícia ,caso tenham duas faltas medicas no mes.Vc pode me confirmar essa informação?

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    1. Esse decreto é essa resolução falam de dias seguidos, não falam de atestados de um dia, por isso eu disse para ler e reler

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    2. Mesmo assim é preciso contestar para que haja uma padronização do DRHU da SAP, senão cada RH vai interpretar da forma que lhe convém ou que faz manter os míseros pro labore

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    3. Vale para até 04 dias consecutivos de atestado,independente se plantonista ou diarista?

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    4. Quando existe a diferenciação ela OBRIGATORIAMENTE tem que estar na LEI e de forma CLARA. Isso não ocorre nesse caso, não tem NADA em lugar NENHUM dessa lei que trate apenas de diaristas, inclusive não fala nada do pessoal da saúde com carga horária menor (20 ou 30h). Portanto cabe ao guarda não discutir, se dizem que é assim ou assado o guarda ACATA, mas pede o motivo por escrito, citando que existe a lei tal e a decisão está em desacordo com a lei e que o responsável seja punido de acordo! Pronto, num passe de mágica vão fazer o correto!

      ps: leia que na lei diz com todas as letras que é o RH o responsável por acompanhar a publicação da LS... vc acha que estão tirando o deles da reta pq???? RH é uma bosta de se trabalhar, sempre jogam tudo pra lá, o trampo só aumenta, daqui a pouco vão ter q fazer declaração do IR para os servidores... mas só trabalha lá quem QUER, ou seja, é só pedir pra sair de lá que a dor de cabeça para ou faz o trampo!

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    5. A referida instrução apenas regulamenta uma norma preexistente, DECRETO Nº 62.969, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2017, basta pesquisar no google e Ler, acredito que não há disléxicos no sistema, uma vez que prestaram concurso, o ASP (guarda) tem que começar a ler um pouco não faz mal nenhum.

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  12. Jenis precisamos deixar claro que o Decreto diz que esta dispensa para licença de até 04 dias só vale 01 vez a cada 06 meses;
    A partir de 28-11-2017, vigência do Decreto 62.969/2017,
    a licença de até 4 dias corridos com dispensa da realização de perícia médica oficial prevista no subitem 2.2 desta instrução, será concedida ao servidor uma única vez a cada período de 6 meses.

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    1. Deveria ter tido orientação do DP ao corpo funcional antes da classe tomar conhecimento por um blog, você não acha?

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  13. Tem que caguetar mesmo esses vacilao que tiram licença para fazer bico ou para passear por aí e deixam o plantão desfalcado. Se realmente está doente vai se tratar e não ficar passeando. Racho da boca porque veio? Pede pra sair miguelao. E o pior tem diretor que sabe que é miguelagem do vacilao e não manda ofício para o DPME

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  14. DECRETO Nº 62.969, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2017

    Regulamenta a licença para tratamento de saúde de que trata o artigo 193 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968

    GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e com fundamento nos §§ 1º e 3º do artigo 193 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968, alterada pela Lei Complementar n° 1.196, de 27 de fevereiro de 2013,

    Decreta:

    Artigo 1º - A perícia médica oficial poderá ser dispensada para a concessão de licença para tratamento de saúde, nos termos do § 1º do artigo 193 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968, quando o servidor estiver:

    I - internado;
    II - fora do país;
    III - em outro Estado onde não houver a possibilidade de realização de perícia pelo órgão médico correspondente.

    § 1º - O órgão médico oficial somente dispensará a realização da inspeção médica, de que trata o “caput” deste artigo, quando a análise documental for suficiente para comprovar a incapacidade laboral do servidor.

    § 2º - À Unidade Central de Recursos Humanos - UCRH e ao Departamento de Perícias Médicas do Estado - DPME cumpre expedir ato conjunto dispondo a respeito do encaminhamento e da documentação necessária ao processamento das solicitações de licença para tratamento de saúde de que tratam os incisos I a III deste artigo.

    Artigo 2º - A licença para tratamento de saúde poderá ser concedida, nos termos do § 3º do artigo 193 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968, com dispensa da realização de perícia médica oficial, desde que não ultrapasse 4 (quatro) dias corridos.

    § 1º - A concessão da licença a que se refere o “caput” deste artigo fica condicionada à apresentação de atestado médico ou odontológico junto ao órgão setorial ou subsetorial de recursos humanos e à verificação, pelo mesmo órgão, de não ter sido concedida ao servidor, nos 6 (seis) meses anteriores ao evento, mais de uma licença para tratamento de saúde com este mesmo fundamento.

    § 2º - O atestado a que se refere o § 1º deste artigo deverá conter os requisitos indicados em instrução a ser expedida pelo órgão médico oficial.

    § 3º - O atestado médico ou odontológico deverá ser apresentado no prazo máximo de 2 (dois) dias contados da data do início do afastamento do servidor, sendo competente para conceder a licença para tratamento de saúde o órgão setorial ou subsetorial de recursos humanos, atendidas as condições previstas no § 1º e no § 2º deste artigo.

    § 4º - A não apresentação do atestado médico ou odontológico no prazo estabelecido no § 3º deste artigo, salvo por motivo justificado, implicará na necessidade de realização de inspeção médica oficial, sem o que as ausências serão consideradas faltas injustificadas.

    Artigo 3º - O disposto neste decreto não se aplica:

    I - à licença por motivo de doença em pessoa da família, nos termos do artigo 199 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968.
    II - ao servidor que executa atividades sob a forma de plantão.
    III - ao servidor regido pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

    Artigo 4º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

    Palácio dos Bandeirantes, 27 de novembro de 2017

    GERALDO ALCKMIN

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  15. Artigo 3º - O disposto neste decreto não se aplica:

    II - ao servidor que executa atividades sob a forma de plantão.

    Não se aplica a plantonistas, então antes de atacarem o Núcleo de Pessoal da sua Unidade, leiam atentamente a legislação. O RH está para orientar e ajudar na medida do possivel todos servidores. Tentem conversar e pedir orientação e não tacando pedra e cuspindo fogo. Nosso inimigo é outro. Vamos no ajudar.

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    1. Corretíssimo meu jovem, parabéns!

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    2. Concordo plenamente, acho que o blog também deveria ler atentamente a legislação pertinente antes de postar a informação, e faze-lo de forma correta, afinal o objetivo do blog é informar os servidores não?

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  16. mas como fica? quem está no plantão não poderá mesmo usufruir desta licença de quatro dias?

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    1. Instrução valida somente para os diaristas

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    2. Claro que pode usufruir, de quantos dias o médico determinar, porém terão que fazer perícia.

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  17. Deveria ter tido orientação do DP ao corpo funcional antes da classe tomar conhecimento por um blog, você não acha?

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    1. O DOE é uma ferramenta para orientação de todos os servidores do Estado, se alguém não leu, não esta cumprindo suas obrigações como servidor. Nenhum servidor pode alegar desconhecimento da leis vigentes.

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    2. puxa-saco de diretor detectado

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    3. Os guardas pode meter o louco em cima dos outros guardas mais em cima de Deus eu duvido estes guardas que tão metendo o louco no final vai ficar caro vai por mim.

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    4. ... a letra é muito pequena...

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    5. Asps que traficam em horário de folga também têm que pagar caro você não acha ?Sr. Luis!

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  18. Bom, é OBRIGAÇÃO de TODO FUNCIONÁRIO PÚBLICO ler o diário oficial. Quando é algo do interesse, todo mundo viu. Licença Saúde nos dias de hoje, virou palhaçada de forma geral. Se o funcionário realmente precisar e comparecer ao RH com o atestado, independente da Unidade, a perícia será publicada, desde que esteja dentro do que a legislação pede. Se não estiver, será agendada e pronto. Só não estou entendendo o porque de tanta reclamação e mimimi de "o RH não avisou, o RH não falou nada, o RH bla bla bla bla.

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  19. Xau Alckmin xau Lourival, xau toninho, Marquinho.# voltadudu#p1###

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  20. Explicacao de funcionarios de rh!
    O coro vai comer...questionar CRM...experimenta para ver na justica!

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  21. Chegando atestado... Funca de rh trata de agendar pericia, ainda por cima agora que ficou macio... Ate 04 dias na boa vai situando, ficou mel na mamadeira.

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  22. para quem está achando que isso aí é alguma benção divina do santo, o catálogo de CID tem quase 500 páginas, disso tudo, as licenças com até 4 dias são apenas 6 páginas das 500, meros 160 cids diferentes!!! A maior parte engloba coisas simples como queimaduras leves, pancadas, contusões, dor de cabeça, garganta, intoxicação alimentar, além da doença endêmica aos diretores e aos motoristas de carriola aveludada, a temida sífilis anal primária. Portanto, isso aí não é nada de mais!

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  23. Pela moralidade
    Pela justiça
    Fim da LM - Licença Miguelagem.

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  24. Só sei que tem um guarda pé vermeio,vizinho meu meteu uma licença migué e faz um biquinho aqui outro ali e assim vai que vai quem não gosta muito acho que é a muié do cara porque ele era da capital agora que veio pro interior não tem mais espaço pro pé de pano kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  25. Como bem disse o colega artaxerxes quero ver "funca" e falo inclusive para os "graduados" questionar CRM!
    Paga pra ver!

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  26. Artigo 3º - O disposto neste decreto não se aplica:

    I - à licença por motivo de doença em pessoa da família, nos termos do artigo 199 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968.
    II - ao servidor que executa atividades sob a forma de plantão.
    III - ao servidor regido pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

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    1. Bota que esse artigo terceiro é referente ao Decreto 62.969, de 27-11-2017!

      Realmente, parece que isso é só para diaristas... os servidores da área meio merecem! Que pena que ASP que não está em cargo de direção só pode trabalhar como PLANTONISTA, em escala 12x36, logo NENHUM ASP pode usar esses 4 dias ou estará onerando os cofres públicos e terá que ser denunciado por isso.

      Já que temos uns doutores por aqui, peço licença para abrir a caixa de pandora, segue o link:

      http://previdencia.gov.br/arquivos/office/4_120404-104514-005.pdf

      498 páginas com o menú a la carte para o guarda se esbanjar!

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  27. Onde nao tem asp diarista? KKKKKK

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